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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Campanha Aniversário “10 anos: Um dia na praia”

Foi em setembro de 2008 que publicámos este “silent book” que é já um clássico entre leitores de todas as idades.

A história começa logo na guarda inicial do livro. Bastam duas barras lisas de cor para nos situarmos no espaço. Depois a personagem avança pela areia e de página em página, acompanhamos os seus gestos... gestos familiares de um dia na praia como qualquer outro.
De súbito algo se agita no mar...

Um dia na praia é um livro de imagens, um livro aberto que convida a múltiplas leituras. Para todos aqueles que gostam de ilustração (e de uma boa história, claro).

– Recomendado por Gulbenkian/Casa da Leitura
– Aconselhado por Plano Nacional de Leitura
– Finalista 2nd CJ Picture Book Festival, Coreia
– Finalista – Prémio Banco del Libro, Venezuela (2010)

Durante o mês de Setembro, e para acabar o verão em alta, o livro “Um dia na praia” estará com 40% de desconto.
Aqui → https://www.planetatangerina.com/pt/loja/campanha-aniversario-10-anos-um-dia-na-praia

***

Anniversary Campaign
"10 years: A day at the beach"

Back in September 2008, we published this “silent book” that is already a classic among readers of all ages. To celebrate its the start of its teenagehood, we’re offering 40% off on this book, only on our online shop.

The story begins right at the first endpaper. With just two plain coloured stripes, we find out where it takes place. Then, the character walks through the sand and — from page to page — we follow her gestures... familiar gestures of a day at the beach, just like any other day.
Suddenly, something stirs up in the sea.

A day at the beach is a picture book, an open book that welcomes multiple interpretations. For all of those who like illustration (and a good story, of course).

- Recommended by the Gulbenkian Foundation / Casa da Leitura
- Recommended by the National Reading List
- Finalist at the 2nd CJ Picture Book Festival,  South Korea
- Finalist at the Prémio Banco Del Libro, Venezuela (2010)

During this September, and to leave Summer the best way, the book “Um dia na praia” (A day at the beach) will have a 40% off discount.
Here → https://www.planetatangerina.com/en/shop/anniversary-campaign-10-years-a-day-beach

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Projeto "Um dia na praia"



A professora Patrícia França e os meninos do 2.º ano do Centro Cultural e Recreativo das Crianças do Cruzeiro e Rio-Seco (Ajuda, Lisboa) enviaram-nos algumas imagens do projeto que desenvolveram a partir do livro “Um dia na praia” de Bernardo P. Carvalho.
Primeiro construíram uma história, depois foram até à praia recolher objetos encontrados na areia e finalmente incorporaram esses mesmo objetos nas suas telas.

Muito obrigado por terem dado notícias. E a todos desejamos uns belos dias na praia, agora que as férias estão a começar...


Era uma vez um senhor que se chamava Verde. O senhor Verde era alto e verde.

Certo dia, o senhor Verde foi à praia na Costa da Caparica. Na praia estava um belo dia de sol e fazia muito calor. Sozinho na areia, o senhor avistou um objeto que parecia um cilindro. Aproximou-se e transportou-o para a areia e viu que era uma bota. Colocou-a no chapéu-de-sol para secar. 

Na dúvida, o senhor Verde voltou ao mar. Qual é o seu espanto quando descobriu mais objetos. Havia troncos de árvores, embalagens, boias, portas e pneus. Até arranjou uma forma de reciclar: organizou todos os objetos encontrados na areia e começou a explorar novas formas de fazer reciclagem.

O senhor Verde era um verdadeiro engenhocas. Construiu um grande barco com muitos materiais deixados pelas pessoas na praia. Puxou o barco para conhecer o mar. Em alto-mar o senhor Verde aproveitou o sol para se bronzear e quase que passava a ser o senhor Vermelho.

O barco distanciou-se lentamente … 

Para onde irá o senhor Verde?


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Nomeações Banco del Libro

Isto hoje não para...
(e aproveito para fazer um parêntesis: passei a escrever segundo o novo acordo ortográfico e, de vez em quando, calham-nos pérolas destas: para, do verbo parar, passou a escrever-se sem acento).



E agora a notícia:

"Um Dia na Praia" e "O Mundo Num Segundo" (nas edições espanholas da Zorro Rojo e Intermon Oxfam, respectivamente) estão nomeados para Melhores Livros de 2011 pelo Banco del Libro da Venezuela (uma das mais dinâmicas instituições de promoção da leitura a nível mundial).

"Um Dia na Praia" está nomeado na categoria Primeiros Lectores (a partir dos 4 anos); "O Mundo num segundo", na categoria Lectores en Marcha (a partir dos 7).

O que é o Banco del Libro? (vale a pena conhecê-lo)
A lista dos candidatos de 2011.
Os vencedores de 2010.


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Mais um dia na praia (aproveitar o calor)




Já está em linha mais um audiolivro criado pelo Letra Pequena.
Pode ser visto (e ouvido) aqui.

A música é dos München.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Un Dia en la Playa






O nosso "Um Dia na Praia" foi editado em Espanha pela Libros del Zorro Rojo.
A Isabel pôde dormir descansada: desta vez não houve ansiedades/medos/dúvidas com a tradução.

Boa altura para recordar esta história e o lançamento-quase-às-escuras.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Contra o déficit comercial, marchar, marchar



São uns microgramas (nanogramas?)... mas é a nossa humilde contribuição para o equilíbrio da balança comercial portuguesa.
Da esquerda para a direita: "Coração de Mãe" em língua espanhola e catalã, pelas Édicions Zorro Rojo e "Um Dia na Praia" e "És mesmo tu?" em língua francesa, pelas Éditions Notari.
Muito em breve teremos o livro "As Duas Estradas" em língua norueguesa (pela Gyldendal) e outras boas novidades...

Agora um pouco de ânimo: desde que comecei a falar mais com editores de outros países, descobri algumas coisas surpreendentes. Por exemplo, que os correios italianos são lentos e desorganizados (os nossos CTT dão um verdadeiro "baile" aos PosteItaliane), que os bancos suíços, esse exemplo de qualidade e grandes negócios, também falham (e não é pouco)... e a última foi que as estradas norueguesas não são grande coisa (ao que parece quase não há auto-estradas no país mas, graças a Deus, são suficientes para a ideia do livro ter passado e quererem editá-lo por lá).