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terça-feira, 30 de maio de 2017

Cá Dentro


O “Cá Dentro” no suplemento literário Parágrafo (com direito a capa, editorial e dupla página!)


(...) Cá Dentro (...) assume a tarefa aparentemente inalcançável de explorar o cérebro humano, explicando-lhe o funcionamento com rigor e sustentação científica, abordando questões que muitos adultos diriam ser impossível abordar com crianças e deixando entre as páginas um dos maiores tesouros que qualquer livro pode conter: espaço para mais perguntas, para dúvidas e para muitas inquietações.

Texto de Sara Figueiredo Costa, Suplemento literário Parágrafo (Jornal Ponto Final/Macau), 26/5/2017


→ → https://paragrafopontofinal.files.wordpress.com/2017/05/pfl18_e.pdf

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

"Mary John"




Carla Maia de Almeida no Jardim Assombrado sobre “Mary John”:

“Para quem tem seguido o percurso da escritora, é óbvio que Mary John representa um salto de gigante, um golpe certeiro feito de risco e ousadia, quer no domínio da linguagem estilística quer na incursão por temas tidos como tabu. Raro, muito raro um romance juvenil que se aventura pelos temas da sedução amorosa, da descoberta do corpo e da sexualidade sem nunca resvalar para o lugar comum nem para a moralidadezinha.”

http://ojardimassombrado.blogspot.pt/2017/01/mary-john-salto-de-gigante_9.html

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Na revista especial Miúdos da Timeout, recomendam-se figos e manas turbulentas

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Revista Timeout/ Miúdos, Abril 2016
Texto de Diana Garrido

O Dicionário saiu na revista LER

"(...) No seu tempo, o Sr. Andersen escreveu diálogos incríveis entre uma pena e um tinteiro, os vários dias da semana ou as cinco ervilhas de uma vagem, o que causou algum espanto. Pensava-se então que só os piratas, reis e princesas é que tinham direito à vida, e nem sequer a uma especial vida interior.
Apesar de tímido, o Sr. Andersen foi um viajante: só na Europa, fez perto de 30 viagens, incluindo a Portugal. O menino Andersen também é um grande voajante, mas não precisa de sair do sítio: basta mudar de perspetiva ou tentar ver as coisas do avesso. (...)"

Revista Ler, Abril 2016
Texto de Carla Maia de Almeida

terça-feira, 26 de abril de 2016

Pedro Moura, sobre "Os figos são para quem passa".

"Num tempo em que perigosamente a distribuição e acesso a todas as facetas da vida na Terra é compartimentada por direitos de propriedade estanques, sopesar alternativas de relacionamento não é apenas importante como compulsório. A patenteação de produtos agrícolas, até hoje “livres” e “naturais”, a privatização da água, a re-confirmação de fronteiras intransponíveis, a hierarquização de importâncias conforme o poder (económico, militar, social), e a relativização cultural de valores éticos que, sendo esgrimíveis, devem ser claros, são apenas alguns dos escolhos lançados na tempestade dos tempos contemporâneos. Uma pequena distância crítica e mecanismos ficcionais, mesmo que simples (mas não simplistas), é de uma utilidade extrema.

Que têm estes assuntos a ver com uma história de um urso com fome, que estaciona perto de uma figueira, esperando comer o figo que vai amadurecendo? Tudo."

Pedro Moura, no blogue LER BD, sentou-se à volta da figueira e saboreou os nossos figos. Não deixem de o ler:
http://lerbd.blogspot.pt/2016/04/os-figos-sao-para-quem-passa-joao-gomes.html


Já ganhámos o dia (a semana, o mês... um ano inteiro)!

Miguel Esteves Cardoso escreve sobre "Um ano inteiro" no Público.
"Acontece muito raramente, mas há livros para crianças que é preciso comprar duas vezes. Compra-se a primeira para dar a uma criança mas, dando uma vista de olhos para ver se é adequado à idade e aos interesses dela, fica-se tão preso ao livro que não se descansa até lê-lo de capa a capa."

http://lifestyle.publico.pt/artigos/360402_um-livro-de-aventuras-para-todas-as-semanas-do-ano-e-para-todos-os-anos-da-vida-que-se-pode-levar-pa




terça-feira, 12 de abril de 2016

"Outside": livro da semana do Sunday Times
















No Sunday Times do último domingo (10/04), escolha de Nicolette Jones:
"A book for the summer and for a lifetime's interest."

terça-feira, 5 de abril de 2016

No Jornal Público:






















"Porque Hans Christian Andersen nasceu neste dia há 211 anos, trazemos aqui um livro que traz o seu nome no título. (...) O autor de O Dicionário do Menino Andersen pretende ajudar as pessoas a perceber que as palavras têm vários entendimentos, como disse na altura do lançamento do livro (...). Disse ainda que Infelizmente, na passagem do infantil para o adulto, a utilização da linguagem é muitas vezes uma passagem de uma utilização lúdica, por vezes absurda, sem sentido nenhum, para uma mera utilização funcional da palavra. Ganhamos funcionalidade e perdemos imaginário. Este dicionário tenta recuperar um pouco esta perda. Parece ter conseguido. Até porque teve a ajuda da talentosa ilustradora Madalena Matoso que, a cada definição soube acrescentar sentidos e leituras (...). O resultado, segundo M Tavares foi um livro essencialmente visual, onde em cada imagem há uma espécie de passo à frente. É mesmo isso."


 Texto de Rita Pimenta, jornal Público, 02/04/2106

terça-feira, 22 de março de 2016

"Lá Fora" na galeria do The Guardian

No dia em que começa a Primavera, as ilustrações do Lá Fora (na versão inglesa "Outside", da editora Frances Lincoln) estão em grande destaque na galeria do jornal "The Guardian".
O livro é lançado esta semana no Reino Unido e EUA.



















Espreitem:
http://www.theguardian.com/childrens-books-site/gallery/2016/mar/19/nature-outside-guide

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Na revista do Expresso deste fim de semana, 4 estrelas douradas para "O Dicionário do Menino Andersen"!

"Impresso ou digital, um dicionário é uma estrutura coerente, um mecanismo fiável, logo, um espaço certeiro para o universo de Gonçalo M. Tavares. O que aqui se constrói, é, portanto, um dicionário, cujas entradas se fazem de definições que, sendo descritivas como se espera, são igualmente armadilhas semânticas capazes de desmontar a receção da realidade a partir de ângulos inesperados e de colocar questões a que a máquina-dicionário não sabe responder.
(...)


No trabalho de desviar a semântica para ângulos menos óbvios e tão imprevisíveis como será a descoberta do mundo a partir de um olhar infantil, as ilustrações de Madalena Matoso cumprem um papel essencial: forçam ainda mais esse desvio (...), ou deixam o leitor com uma resposta inconclusiva, talvez o melhor gatilho para novas perguntas (...)"

por Sara Figueiredo Costa, Revista E do Jornal Expresso, 06/02/ 2016


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Vamos lá subir a montanha (e a fasquia)

























"Numa altura em que os livros para pintar estão na moda entre miúdos e sobretudo graúdos, nada como recuperar uma das edições mais recentes da editora Planeta Tangerina, que nos convida a subir bem alto para deixarmos entrar um revigorante ar puro pelas narinas.

Em “Montanhas” (Planeta Tangerina, 2015), porém, a fasquia da pintura condicionada por linhas previamente gravadas vê-se bem mais elevada. Apesar das muitas pistas dadas aos mais pequenos e aos maiores – este é claramente um livro para pais e filhos sonharem em conjunto -, cabe a quem percorre as suas páginas encarnar o papel de artista, dando cor, forma e conteúdo às muitas montanhas que espreitam, gigantes, no papel."

 Pedro Miguel Silva, no blog Deus Me Livro

sexta-feira, 31 de julho de 2015

No suplemento "Ípsilon" do Jornal Público de hoje:


in Ípsilon,  Jornal Público
Edição de 31 de Julho de 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Miguel Esteves Cardoso sobre o "Lá Fora"

O grande MEC rendeu-se ao "Lá Fora"...
(e nós ficámos babados, claro!)


Lá Fora já é um livro sobre o mundo. Ser um original português é uma sorte para nós.

Como se chama quando se pega num livro destinado às crianças e se descobre, em cada página, uma coisa que não se sabia? Chama-se um milagre: um livro científico que estimula quem o lê e vê, tornando um prazer numa aprendizagem.

Ler mais no Público deste sábado que passou.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

"Daqui ninguém passa!": a revolução está na rua

Os blogues Jardim AssombradoHipopótamos na Lua atravessaram a fronteira que separa a página par da página ímpar e gritaram "a revolução está na rua!".


























E parece que gostaram bastante :-)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O Natal não são só novidades (1)

Pequeno lembrete para lembrar livros que não saíram nas semanas que antecedem o Natal e que merecem direito de antena, espaço de prateleira e, claro, a atenção dos leitores:




Nem sempre está arrumado na secção certa das livrarias.
Em algumas lojas é normal vê-lo junto a livros para crianças dos 3 aos 5 anos, entre livros de princesas da Disney ou livros de capa grossa made in China, com ratos e coelhinhos. O Edgar tem bom feitio e não vai desarrumar a loja toda por não estar no sítio certo, mas vocês, leitores persistentes, leitores que não desistem à primeira, não deixem de o procurar. Se não o virem, perguntem por ele, peçam-no, insistam.  Não se vão arrepender. Porque o Supergigante é um livro fantástico e não somos apenas nós a dizê-lo:

Sara Figueiredo Costa (Atual, Jornal Expresso, 12/07/2014):
O segundo romance de Ana Pessoa merece a repetição de todos os elogios. Em “Supergigante” uma narrativa onde a perda e a descoberta do primeiro amor se cruzam numa corrida, confirma-se o domínio do ritmo, o trabalho da linguagem e o desassombro no tratamento de temas difíceis. Bernardo Carvalho ilumina algumas passagens com ilustrações a preceito.


José Mário Silva, 26/07/2014 ***** 5 estrelas pelo jornal Expresso:

(...) o certo é que no fim, ou no princípio, a ordem não interessa, tudo se organiza e encaixa e faz sentido, é esse o milagre maior deste livro, tornar o caos da adolescência não só palpável, mas compreensível, belo na sua fragilidade, consegue-o a prosa subtilíssima e inteligente de Ana Pessoa, os seus diálogos tão verosímeis, mas também as ilustrações de Bernardo Carvalho, manchas de cor e silhuetas que captam as atmosferas certas (...)


Ana Dias Ferreira, 26/07/2014 ***** 5 estrelas pela revista Timeout:
Contado como uma torrente, uma corrida inquieta de um adolescente revoltado que é retratado nas ilustrações também irrequietas de Bernardo Carvalho, "Supergigante" está cheio de perda, mas também de amor, provando o que escreve logo no início que “o fim é o princípio de outra coisa qualquer”. E o que se torna impressionante, sobretudo quando se escreve para jovens leitores (...) é a forma como Ana Pessoa consegue exprimir a revolta por um mundo que parece não fazer sentido dando-lhe também uma toada de esperança.


Mais Supergigante, aqui. 

"Daqui ninguém passa!" (por aí a fazer estragos)


No Cadeirão Volaire, Sara Figueiredo Costa fez um aviso à navegação, dizendo que o "Daqui ninguém passa!" é um dos grandes livros do ano. Será?

No Bicho dos Livros, Andreia Brites diz que o "Daqui ninguém passa!" é qualquer coisa. Será?

O "Daqui ninguém passa!" também passou pelo jornal i, obrigando a jornalista Ana Kotowicz a "fazer parte de um movimento revolucionário pela defesa de igualdade entre as páginas pares e ímpares".

Quem anda há anos nesta coisa dos jornais e das revistas, sabe bem a importância de aparecer numa página ímpar. "Tem mais leitura" dizem uns. "É para onde os olhos fogem primeiro" dizem outros. "E são as mais caras" acrescenta um vendedor de publicidade. Seja qual for a explicação, há nesta história um general —  no fundo um pequeno ditador — que queria guardar as páginas ímpares deste livro só para ele. Nas folhas da esquerda podia andar quem quisesse, agora passar para o lado direito? Nem pensar. Claro que estas coisas das ditaduras nunca correm muito bem e as revoluções acontecem. Uma história absurda de comer e chorar por mais.


ABZZZ no Deus Me Livro


























Andreia Rasga escreveu as últimas linhas deste texto já de olhos fechados. Ninguém resiste aos poderes do ABZZZ:

Um teste à resistência das pálpebras em forma de abecedário. Uma luta contra o sono de A até Z. Um ABC ensonado cuja grande e poderosa missão é embalar até adormecer. Tal qual como acontece com o título do livro.
ABZZZZ…” (Planeta Tangerina, 2014) é um álbum ilustrado com poderes. No início, ou seja na letra A, todos mantemos os olhos bem abertos, mas, de bocejo em bocejo, o cérebro vai deixando o dia, as estrelas vão iluminando a noite e, mesmo quem finca-pé, como o gato, acaba por hibernar.

Ler a continuação no Deus Me Livro.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Invasão no DN!


Este sábado, o suplemento Mais Artes do Diário de Notícias sofreu uma invasão!
Com a garra a que já nos habituaram, as personagens do livro "Daqui ninguém passa!" entraram pela suplemento cultural adentro, perturbando o normal funcionamento das páginas e da informação séria que lá se encontrava.

Pedimos desculpa aos leitores do DN mas, é um facto, estas personagens estão absolutamente descontroladas e andam por aí  fazer diabruras, a pintar a manta ou o caneco, como lhe queiram chamar...

Aproveitamos para agradecer à jornalista Marina Almeida por lhes ter franqueado a entrada com tanta simpatia, evitando ajuntamentos ruidosos na capa, manifestações, confusões, palavras de ordem e lixo no chão... Uma multidão em fúria já se sabe do que é capaz!























segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Na Colômbia: "Irmão Lobo" entre os melhores do ano

A edição colombiana de "Irmão Lobo" foi escolhida pela revista cultural Arcadia, da Colômbia, como um dos melhores livros de 2014.






Pocas veces el derrumbe familiar esabarcado con ternura. Tal es el caso de Hermano Lobo, una novela juvenil escrita por la portuguesa Carla Maia de Almeida, ilustrada por su coterrâneo António Jorge Gonçalves, traducida por Jerónimo Pizarro. La historia es contada por Bolota, la hija menor de un matrimonio desgastado, y quien tiene visiones del mundo que no por ser infantiles dejan de ser particulares: piensa, por ejemplo, que su padre es algo así como el comandante de una triba, y tiene certeza de que a los 8 años el único tiempo que entendia era el del microondas. Su voz recorre todo el relato y, sin embargo, se bifurca: las páginas azules, en las que cuenta cómo empezó el debacle familiar, son intercaladas por capítulos en páginas blancas, donde déscribe, de forma lineal, un viaje en carro que hizo con su padre en busca de una casa en medio del campo. Las ilustraciones, además, son inquietantes: siempre en azul, negro y blanco, muestram escenarios vacíos, dormidos, melancólicos, que se complementam con el relato en el terreno de la memoria.


Parabéns Carla, parabéns António!
Parabéns também a Jerónimo Pizarro pela excelente tradução para espanhol.

"Hermano Lobo" está editado na Colômbia pelo Taller de Edición Rocca.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

No Expresso


Esta semana, os críticos do suplemento "Atual" do jornal "Expresso" recomendam alguns livros como prendas de Natal. Sara Figueiredo Costa dá destaque ao ABZZZ: