terça-feira, 23 de junho de 2009
A não perder...
... no P2 de domingo (ainda online aqui), o texto de Alexandra Lucas Coelho sobre Sophia de Mello Breyner.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Um assombro

Adorei esta história:

Kazuno Kohara
É uma menina que vai viver para uma casa e quando lá chega, descobre que a casa está assombrada.

A menina, que afinal é uma bruxa (com gato e tudo), não tem medo nenhum e começa a apanhar os fantasmas e a metê-los dentro dum saco. Depois, lava-os todos na máquina de lavar a roupa.
Bem lavados, branquinhos e secos, os fantasmas fazem umas óptimas cortinas e toalhas de mesa.
Ficam só a sobrar dois fantasmas. Quem é que adivinha para o que é que vão servir?
(apetecia-me imenso contar o fim mas não vou estragar a surpresa...)
Bom fim-de-semana!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Polónia 1947, Portugal 2008
Na Prateleira-de-baixo encontram-se semelhanças entre um livro de 1947, de autor polaco, e "Um Dia na Praia", de Bernardo Carvalho.
domingo, 14 de junho de 2009
"As Duas Estradas"
O Bicho dos Livros aventurou-se pela A1 e pela N126 e conta aqui como correram as viagens.
terça-feira, 9 de junho de 2009
1, 2, 3, 4, 5 segundos
Será um cão leitor?
Olha, foi embora... Parece que não se interessou por estes livros.
Isto é giro! Aquele cão não sabe o que perdeu...
Feira de Nova Oeiras, Junho 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Bloco de notas
Há umas semanas visitei os meninos da sala da Cristina, do Jardim de Infância da Ideia, em Tires. Conversámos sobre livros, do Planeta Tangerina e outros (de outros planetas), fiquei a saber que tinham visitado a exposição de ilustração da Madalena e do Bernardo (organizada pelo Farol de Sonhos) e que, depois de verem as imagens, os meninos da Cristina trabalharam os livros expostos: a partir de "Um Dia na Praia" fizeram ilustrações recortadas em papel, expostas num fio comprido que atravessava a sala de uma ponta à outra; a partir de "O Meu Vizinho é Um cão" construiram malas em cartolina para as personagens do livro, que mostravam no interior os diferentes pertences do cão, dos elefantes, do crocodilo e da menina desta história.
No meio desta conversa, ainda respondi a uma longa lista de perguntas e, a propósito de uma delas, contei que tenho um caderno, que anda sempre comigo, onde aponto algumas ideias.


Há poucos dias chegou-nos um pacotão cheio de presentes: uma monotipia com uma imagem para "Um dia na Praia" emoldurada de modo profissional (não consegui fotografá-la mas ainda hei-de tentar de novo), mais uma lista de novas perguntas que esperam resposta, e este bloco fabuloso com uma capa em tecido almofadado.
Agora tenho folhas brancas e amarelas onde escrever, um fio para saber sempre onde estou e uma lista de nomes manuscritos no verso da capa que me vão dar muita inspiração.
Esta é uma das perguntas que nos fazem sempre nas escolas: "onde vai buscar a sua inspiração?"
Por exemplo, a estas idas às escolas, vou dizer da próxima vez.
Não há obrigado que chegue.
No meio desta conversa, ainda respondi a uma longa lista de perguntas e, a propósito de uma delas, contei que tenho um caderno, que anda sempre comigo, onde aponto algumas ideias.
Há poucos dias chegou-nos um pacotão cheio de presentes: uma monotipia com uma imagem para "Um dia na Praia" emoldurada de modo profissional (não consegui fotografá-la mas ainda hei-de tentar de novo), mais uma lista de novas perguntas que esperam resposta, e este bloco fabuloso com uma capa em tecido almofadado.
Agora tenho folhas brancas e amarelas onde escrever, um fio para saber sempre onde estou e uma lista de nomes manuscritos no verso da capa que me vão dar muita inspiração.
Esta é uma das perguntas que nos fazem sempre nas escolas: "onde vai buscar a sua inspiração?"
Por exemplo, a estas idas às escolas, vou dizer da próxima vez.
Não há obrigado que chegue.
Morra o preconceito PIM!
As medidas anti-preconceito propostas pelos alunos da Pós-graduação em Literatura Infantil já foram anunciadas. A lista de ideias colectiva pode ser consultada aqui.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Lembrei-me desta história...
Há poucas semanas, a amiga de uma das nossas mães precisava de comprar um presente para a filha de outra amiga. Como estavam perto de uma livraria, a dita mãe sugeriu-lhe: "Por que é que não lhe ofereces um livro do Planeta Tangerina?" .
(Muito pouco imparcial esta mãe, mas "mãe é mãe".)
A senhora seguiu o conselho, entrou na livraria, mas não encontrou os livros imediatamente e deslocou-se ao balcão, explicando toda a história: que a filha de uma amiga fazia anos, que pensou em oferecer-lhe um livro do Planeta Tangerina, mas, que chatice, não estava a encontrar nenhum...
Resposta pronta, decidida e muito segura da menina do balcão: "Ah, nós temos esses livros, estão ali na prateleira. Mas, olhe, esses livros não são para crianças. São muito, muito difíceis... Porque é que não escolhe outra coisa?".
Acreditem ou não, mas mesmo sendo amiga de uma das nossas mães, a dita senhora não comprou nenhum dos nossos livros.
É o que se chama "contra-publicidade" e, em plena livraria, confesso que nunca me tinha ocorrido.
(Muito pouco imparcial esta mãe, mas "mãe é mãe".)
A senhora seguiu o conselho, entrou na livraria, mas não encontrou os livros imediatamente e deslocou-se ao balcão, explicando toda a história: que a filha de uma amiga fazia anos, que pensou em oferecer-lhe um livro do Planeta Tangerina, mas, que chatice, não estava a encontrar nenhum...
Resposta pronta, decidida e muito segura da menina do balcão: "Ah, nós temos esses livros, estão ali na prateleira. Mas, olhe, esses livros não são para crianças. São muito, muito difíceis... Porque é que não escolhe outra coisa?".
Acreditem ou não, mas mesmo sendo amiga de uma das nossas mães, a dita senhora não comprou nenhum dos nossos livros.
É o que se chama "contra-publicidade" e, em plena livraria, confesso que nunca me tinha ocorrido.
"Os livros que são também para crianças"
Só mais isto antes de retomar o trabalho...
Leiam no Jardim Assombrado o excerto da entrevista que Álvaro Magalhães deu à Notícias Magazine deste sábado.
Leiam no Jardim Assombrado o excerto da entrevista que Álvaro Magalhães deu à Notícias Magazine deste sábado.
Dança!

Gosto muito deste livro. Gosto tanto que adoraria que ele tivesse sido publicado pelo Planeta Tangerina. Uma ideia simples e original (coisa difícil de encontrar), bons textos (curtos e eficazes, como convém num álbum deste tipo), ilustrações lindas, projecto gráfico adequado.
Apesar de o Bernardo dizer que a impressão ficou um pouco escura, para mim é um livro que está perto de ser perfeito.
Para quem não conhece: em cada página, um animal oferece ao leitor um conselho sábio "Pensa bem no teu plano, recomenda o tucano" ou "Faz tudo com estilo, recomenda o esquilo". Os conselhos nunca são aborrecidos, fazem rir, fazem pensar, são ditos com leveza, mas ao mesmo tempo são suficientemente importantes para nos dar grande vontade de os guardar.



Gostava que fosse nosso, é verdade. Mas quem gosta verdadeiramente de livros não se importa mesmo nada que a "concorrência" trabalhe bem, edite bons projectos e surpreenda pela positiva.
É o caso deste "Dança quando chegares ao fim".
Se não conhecem, não deixem de o espreitar (e comprar).
terça-feira, 2 de junho de 2009
Quem dera
Quem dera lá estar.
Quem dera termos uma Festa assim...



"Desde 2003, a cidade de Paraty recebe anualmente o mais importante evento literário da América do Sul: a Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP. O programa educativo da FLIP se tornou uma ação contínua e recebeu o nome de Flipinha.
Mais do que um programa educativo, a Flipinha é um movimento de transformação para atuar na formação de leitores críticos e reflexivos, aptos a pensar e intervir no futuro de sua cidade.
O programa acontece de janeiro a dezembro com ações que envolvem alunos e professores da rede escolar pública e privada de Paraty em inúmeras atividades de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio cultural local."
Mais informações sobre o Flipinha aqui.
Aqui, o completíssimo documento de apoio ao professor disponível para download.
FOTOS: Luciana Serra/Flipinha
Quem dera termos uma Festa assim...



"Desde 2003, a cidade de Paraty recebe anualmente o mais importante evento literário da América do Sul: a Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP. O programa educativo da FLIP se tornou uma ação contínua e recebeu o nome de Flipinha.
Mais do que um programa educativo, a Flipinha é um movimento de transformação para atuar na formação de leitores críticos e reflexivos, aptos a pensar e intervir no futuro de sua cidade.
O programa acontece de janeiro a dezembro com ações que envolvem alunos e professores da rede escolar pública e privada de Paraty em inúmeras atividades de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio cultural local."
Mais informações sobre o Flipinha aqui.
Aqui, o completíssimo documento de apoio ao professor disponível para download.
FOTOS: Luciana Serra/Flipinha
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Uma lista para todos os gostos
Adorava ter tempo para fazer uma lista de sugestões como esta.
Mas acredito que a Débora, da Pó dos Livros, a fez melhor que ninguém.
Bom Dia Mundial da Criança para todos os que nos lêem.
Mas acredito que a Débora, da Pó dos Livros, a fez melhor que ninguém.
Bom Dia Mundial da Criança para todos os que nos lêem.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Externato Infanta D. Maria
Do Externato Infanta D. Maria, em Évora, recebemos estas fotografias extraordinárias. O "Coração de Mãe" foi explorado através de um jogo. Diz a educadora Margarida Junça: "fizemos corações em cartão onde colocámos a história, página a página. Depois, atrás de cada coração colocámos uma caixa". O objectivo do jogo era colocar na caixa o objecto correspondente a cada frase. O jogo foi feito com as mães, no Dia da Mãe.
Já agora, saibam que esta escola já tem um blogue. Aqui fica o endereço: http://www.externatoinfdmaria.blogspot.com/
Externato Abelhinha
Com algum atraso, publicamos hoje alguns trabalhos que temos recebido das escolas. Primeiro, os desenhos feitos partir do livro "Pê de Pai", pelos meninos do Externato Abelhinha (Costa da Caparica) onde fomos muito bem recebidos.





Seguindo a ordem: Pai carrossel; Pai às cavalitas; Pai-vira-cu (nunca tinha ouvido esta expressão. Deve significar cambalhota...); Pai caixa de surpresas; Pai chapéu e pai prancha.
Cliquem para aumentar as imagens.
Seguindo a ordem: Pai carrossel; Pai às cavalitas; Pai-vira-cu (nunca tinha ouvido esta expressão. Deve significar cambalhota...); Pai caixa de surpresas; Pai chapéu e pai prancha.
Cliquem para aumentar as imagens.
Em formato Pwp
Primeiro foi o "Pê de Pai" que chegou à caixa de correio do meu pai, vindo de um amigo que por sua vez o recebeu de outro amigo, numa cadeia de forwards que não sabemos onde começou.
Há poucos dias foi o "Coração de Mãe" da mesma forma digitalizado (capa e contracapa incluídas) e passado para dentro de um powerpoint que anda agora por aí a correr.
Confesso que não sei muito bem o que pensar deste tipo de circulação dos livros.
Por um lado, uma pessoa sente-se honrada. Bolas, alguém dar-se ao trabalho de digitalizar um livro de uma ponta à outra, é porque gosta dele. Agrada-me também a ideia de um livro poder circular livremente, ser partilhado sem limites.
Pergunto opiniões e dizem-me que até pode ser boa publicidade. Que um powerpoint nunca substituirá um livro, que é uma forma de o dar a conhecer e por aí fora.
Por outro lado, há a questão dos direitos de autor e da própria perda de qualidade do livro, que se transforma noutra coisa, diferente da que está à venda nas livrarias porque as imagens perdem, obviamente, qualidade.
Estou a lembrar-me agora, a propósito desta questão dos direitos de autor, de duas ou três professoras terem-me já dito com a maior inocência (e boa vontade) que não conseguiram arranjar um dos nossos livros e que o fotocopiaram. Eu faço um sorriso amarelo (de que cor haveria de ser?) porque até percebo que a intenção é boa e não há sequer noção do que está em causa.
Passa-se o mesmo com estes Powerpoints.
Não sei mesmo o que pensar.
Há poucos dias foi o "Coração de Mãe" da mesma forma digitalizado (capa e contracapa incluídas) e passado para dentro de um powerpoint que anda agora por aí a correr.
Confesso que não sei muito bem o que pensar deste tipo de circulação dos livros.
Por um lado, uma pessoa sente-se honrada. Bolas, alguém dar-se ao trabalho de digitalizar um livro de uma ponta à outra, é porque gosta dele. Agrada-me também a ideia de um livro poder circular livremente, ser partilhado sem limites.
Pergunto opiniões e dizem-me que até pode ser boa publicidade. Que um powerpoint nunca substituirá um livro, que é uma forma de o dar a conhecer e por aí fora.
Por outro lado, há a questão dos direitos de autor e da própria perda de qualidade do livro, que se transforma noutra coisa, diferente da que está à venda nas livrarias porque as imagens perdem, obviamente, qualidade.
Estou a lembrar-me agora, a propósito desta questão dos direitos de autor, de duas ou três professoras terem-me já dito com a maior inocência (e boa vontade) que não conseguiram arranjar um dos nossos livros e que o fotocopiaram. Eu faço um sorriso amarelo (de que cor haveria de ser?) porque até percebo que a intenção é boa e não há sequer noção do que está em causa.
Passa-se o mesmo com estes Powerpoints.
Não sei mesmo o que pensar.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
É tempo de feiras, gostamos delas
Com muita pena nossa (mesmo muita), não estamos representados de modo oficial na 79.ª Feira do Livro do Porto que já começou na Av. dos Aliados. A desilusão foi tal que já nos organizámos, com um ano de antecedência, para estarmos presentes na próxima edição.
Por cá, estamos na I Feira do Livro de Paço de Arcos que decorre no Jardim junto à marginal e que se prolongará até ao próximo dia 7/6. E estaremos também, mas de modo muito mais modesto e familiar, representados na Feira de Nova Oeiras que vai acontecer já este domingo.
Para além de livros do Planeta Tangerina, tenciono vender algumas carradas de livros e CD's que tenho remorosos de deitar fora. É claro que os materiais não são comparáveis, mas irão conviver na mesma banca...
Apareçam por lá.
Por cá, estamos na I Feira do Livro de Paço de Arcos que decorre no Jardim junto à marginal e que se prolongará até ao próximo dia 7/6. E estaremos também, mas de modo muito mais modesto e familiar, representados na Feira de Nova Oeiras que vai acontecer já este domingo.
Para além de livros do Planeta Tangerina, tenciono vender algumas carradas de livros e CD's que tenho remorosos de deitar fora. É claro que os materiais não são comparáveis, mas irão conviver na mesma banca...
Apareçam por lá.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Limpar a terra das ervas daninhas
Os alunos da Pós-graduação em Literatura Infantil também foram desafiados a pensar sobre preconceitos na Literatura Infantil e a elaborar uma lista de mitos, ideias erradas ou simplesmente apressadas que depressa se transformam em verdades absolutas.
Esta lista pode ser consultada no blog O Livro Infantil.
Num próximo post, já prometido, indicarão também algumas das medidas que podem ser tomadas (por editores, escritores, ilustradores, mediadores da leitura, professores, pais...) para vencer estas ervas daninhas que acontece, às vezes, não deixarem crescer os livros.
PS: Entretanto, no blog Prateleira-de-baixo surgiram um post e depois outro sobre este assunto que dão contributos interessantes para a discussão.
Esta lista pode ser consultada no blog O Livro Infantil.
Num próximo post, já prometido, indicarão também algumas das medidas que podem ser tomadas (por editores, escritores, ilustradores, mediadores da leitura, professores, pais...) para vencer estas ervas daninhas que acontece, às vezes, não deixarem crescer os livros.
PS: Entretanto, no blog Prateleira-de-baixo surgiram um post e depois outro sobre este assunto que dão contributos interessantes para a discussão.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Los libros para niños
Vicente Ferre Azcoiti, um dos responsáveis pela editora espanhola Media Vaca, resume em 7 pontos os principais preconceitos quando falamos de libros para niños. Diz Vicente:
"Me gustaría repasar brevemente algunas de estas ideas, e invitar a los lectores a reflexionar sobre determinados prejuicios que de manera especial afectan a nuestra comprensión de lo que es la infancia y lo que son los niños."
1. LOS LIBROS PARA NIÑOS NO SON LITERATURA.
2. LAS CABEZAS DE LOS NIÑOS SON MAS SIMPLES.
3. LOS LIBROS SON, ANTE TODO, UNA DISTRACCIÓN.
4. CADA EDAD REQUIERE DETERMINADOS LIBROS.
5. LOS LIBROS ILUSTRADOS SON PARA LOS MÁS PEQUEÑOS.
6. LOS NIÑOS PREFIEREN LOS DIBUJOS “DE NIÑOS”.
7. LAS ILUSTRACIONES ALEGRAN LOS LIBROS.
Vale a pena ler aqui as explicações (carregadas de bom humor e ironia) para cada uma destas frases. A introdução ao texto é igualmente maravilhosa.
"Me gustaría repasar brevemente algunas de estas ideas, e invitar a los lectores a reflexionar sobre determinados prejuicios que de manera especial afectan a nuestra comprensión de lo que es la infancia y lo que son los niños."
1. LOS LIBROS PARA NIÑOS NO SON LITERATURA.
2. LAS CABEZAS DE LOS NIÑOS SON MAS SIMPLES.
3. LOS LIBROS SON, ANTE TODO, UNA DISTRACCIÓN.
4. CADA EDAD REQUIERE DETERMINADOS LIBROS.
5. LOS LIBROS ILUSTRADOS SON PARA LOS MÁS PEQUEÑOS.
6. LOS NIÑOS PREFIEREN LOS DIBUJOS “DE NIÑOS”.
7. LAS ILUSTRACIONES ALEGRAN LOS LIBROS.
Vale a pena ler aqui as explicações (carregadas de bom humor e ironia) para cada uma destas frases. A introdução ao texto é igualmente maravilhosa.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Amerika en Kombi
Juntaram cerca de mil livros, arrumaram o material na parte de trás de uma carrinha Kombi de 1982, e partiram estrada fora à descoberta das aldeias perdidas da América Latina. Chamam-se Martina Etcheverry e Juan Martín Mondini são argentinos, professores e viajantes. Com o projecto "Amerika en Kombi" decidiram levar às escolas mais remotas da América do Sul uma pequena biblioteca infantil ambulante e organizar, em cada paragem, pequenos ateliers com as crianças.
Martina e Juan partiram de Buenos Aires há alguns meses e durante os próximos dois anos propõem-se passar por mais de uma dezena de países. Não negam que o fazem pelo prazer de viajar, mas também com o objectivo de "redescubrir a América Latina y unir realidades a través de la literatura y la lectura" (palavras de Juan Martín).
Esta bela aventura pode ser seguida em www.amerikaenkombi.com.ar.
Notícia via revista Babar.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
O livro novo da Bruaá

Esta é uma pista para a capa (que pode ser vista por inteiro aqui).
Chama-se "O Ponto", é da autoria de Peter H. Reynolds e vai ser lançado amanhã, de manhãzinha, na Feira do Livro, no stand da Prodidáctico (E, I, 12).
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Ficção Científica


Patchwork recolhido aqui.
Lembro-me de ter lido há uns tempos no Y que a FC era um género que tem cada vez menos fãs.
No blog da Penguin, fala-se das capas da FC (que, ao que parece, também não atraem muitos novos leitores). Mas há umas excepções que vale a pena visitar. E este mosaico era irresistível, claro.
Um poema de Tonino Guerra
CANTO NONO
Terá chovido durante cem dias e a água infiltrada
pelas raízes das ervas
chegou à biblioteca banhando as palavras santas
guardadas no convento.
Quando tornou o bom tempo,
Sajat-Novà o frade mais jovem
levou os livros todos por uma escada até ao telhado
e abriu-os ao sol para que o ar quente
enxugasse o papel molhado.
Um mês de boa estação passou
e o frade de joelhos no claustro
esperava dos livros um sinal de vida.
Uma manhã finalmente as páginas começaram
a ondular ligeiras no sopro do vento
parecia que tinha chegado um enxame aos telhados
e ele chorava porque os livros falavam.
Tonino Guerra, "O Mel", Tradução de Mário Rui de Oliveira, Assírio e Alvim, 2004
Terá chovido durante cem dias e a água infiltrada
pelas raízes das ervas
chegou à biblioteca banhando as palavras santas
guardadas no convento.
Quando tornou o bom tempo,
Sajat-Novà o frade mais jovem
levou os livros todos por uma escada até ao telhado
e abriu-os ao sol para que o ar quente
enxugasse o papel molhado.
Um mês de boa estação passou
e o frade de joelhos no claustro
esperava dos livros um sinal de vida.
Uma manhã finalmente as páginas começaram
a ondular ligeiras no sopro do vento
parecia que tinha chegado um enxame aos telhados
e ele chorava porque os livros falavam.
Tonino Guerra, "O Mel", Tradução de Mário Rui de Oliveira, Assírio e Alvim, 2004
terça-feira, 12 de maio de 2009
Eterna Biblioteca

Lindo o cartaz da Danuta, anunciando mais um encontro "Eterna Biblioteca", organizado pela Câmara Municipal de Sintra.
O programa pode ser consultado aqui.
Já agora ampliem para ver melhor...
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Prémios de Edição LER Booktailors

Ficámos a saber que o Planeta Tangerina trouxe para casa duas estatuetas.
Foram elas:
"Vencedor de Melhor Capa de Infanto-Juvenil 2008"
com o livro "Coração de Mãe".

"Vencedor de Melhor Projecto Gráfico de Infanto-Juvenil 2008" com o livro "A Grande Invasão".

A ilustração e projecto gráfico de ambos os trabalhos têm a assinatura de Bernardo Carvalho.
Para além de capas e projectos gráficos, os prémios de Edição LER Booktailors distinguiram várias personalidades, editoras e projectos:
Prémio Especial Carreira (Editor): Joaquim Figueiredo Magalhães
Prémio Especial Editora do Ano: Tinta-da-China
Prémio Especial Editora Revelação: Sextante
Prémio Especial Artes Gráficas: Henrique Cayatte
Prémio Especial Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues
Prémio Especial Revisão: Guilherme Ayala Monteiro
Prémio Especial Inovação: Biblioteca Independente
Prémio Especial Livreiro: João Paulo Martins (Férin)
Prémio Especial Livraria Independente: Pó dos Livros
Prémio Especial Jornalista ou Imprensa de Edição: Luís Caetano
Prémio Especial Blogue de Edição: Bibliotecário de Babel (José Mário Silva)
Prémio Especial Promoção de Autor Português: Rui Manuel Amaral, Angelus Novus
Aqui algumas palavras do juri, justificando as suas escolhas.
Aqui as restantes capas premiadas.
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