terça-feira, 14 de dezembro de 2010

E quando veio a noite...













... o Bernardo ligou o Trocoscópio e... tal como na história do flaustista de Hamelin, a criançada veio toda atrás.

As fotos deste post e anteriores foram tiradas pela Yara, João (pai), Carolina e amigos (e Madalena e Isabel). Obrigada aos fotógrafos.

E enquanto uns cabelos cresciam...


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O Passeio com o Professor Catarino







Os preparativos











Tudo a postos. Venham daí!

A caminho da festa









Os pés, da esquerda para a direita: Carolina, Cristina, Andrés.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Programa das Festas

Começaremos, por volta das 16.00.
O Professor Catarino (que inspirou o Sr Catarino do Livro dos Quintais) irá guiar-nos num pequeno passeio, por entre cicadácias, gimospérmicas, palmeiras e figueiras tropicais. Diz quem já o ouviu que é um privilégio a não perder, pois para além de conhecer o jardim como a palma da mão (foi seu director ao longo de 20 anos), o Prof. Catarino é um entusiasta "à moda antiga", um contador de histórias de se lhe tirar o chapéu e um dos maiores sábios nesta ciência de conhecer as plantas.



“A coisa que eu tenho mais interessante, como pessoa, é, desde que me lembro, ter sido marcado por uma enorme curiosidade pelo saber, um enorme gozo em perceber as coisas."

Estaremos de volta ao Palmário (a antiga estufa de palmeiras do jardim) por volta das 17.00h, onde falaremos de quintais "de quem os tem, como eu, e da grande maioria que não" (diz o Prof Catarino) e também de grandes cidades onde abundam setas e indicações. Connosco estará Andrés Sandoval, ilustrador chileno-brasileiro que voou de S. Paulo para se juntar à festa e que contará como foi esta experiência de fazer um livro a 7960 km de distância.



"O andrés é um cara multi. além de desenhar com tinta e lápis e caneta, ele faz bonecos de dobradura, pequenas animações de suas obras, faz também colagens com adesivos banais. o legal, é que apesar de ser um traço incomum, ou de usar técnicas diferentes, as ilustrações do andrés (...) são pequenas descobertas de materiais, que ele usa e testa até o limite" Clarice Reichstul

Entretanto cairá a noite... e já será possível ligar o Trocoscópio, essa máquina de baralhar as peças ao mundo e de as voltar a dar.
Bernardo Carvalho carregará no botão... e o que vai sair dali, não sabemos não...

Para além deste programa oficial haverá ainda:
> Secos & Molhados (livros com pequenos e grandes defeitos) a 2 €
> Sessões de autógrafos com os nossos talentosos artistas
> Comes e bebes a condizer com a estação

Dizem os previsões que o tempo não estará mau, o que atendendo aos ciclones e vendavais dos últimos dias, já é muito bom. Apareçam.

DÚVIDAS:
- Não é necessária inscrição prévia (respondendo à dúvida entretanto surgida).
- Ponto de encontro: encontramo-nos no Palmário: há setas desde a entrada até lá. Sigam-nas!
- O Jardim Botânico é o da Faculdade de Ciências, na R. da Escola Politécnica, junto ao Príncipe Real.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010



11 de Dezembro, às 16h
Palmário do Jardim Botânico (Museu Nacional de História Natural - Rua da Escola Politécnica, 56/58)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010



Chegaram ontem, e aproveitei o solinho da manhã para a sessão fotográfica.
Estão disponíveis aqui.
Obrigada Maria pelo convite.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Amanhã voamos para Montreuil



Nunca estivemos em Montreuil, mas sempre ouvimos dizer que é uma feira, na verdade um Salão, bem diferente de Bolonha, esse colosso onde não entram crianças, não se vendem livros e "apenas" se fazem reuniões e negócios.
Há anos que ouvimos: "Montreuil é que é", por isso este ano dissemos: "Este ano é que vai ser".

Os franceses, para além de excelentes editores na área do livro infanto-juvenil, têm essa coisa fantástica que é a Imprensa para crianças e jovens: dezenas de revistas e jornais para os mais novos, que cobrem assuntos tão diferentes da actualidade, como a natureza ou a tecnologia, as últimas novidades literárias ou as notícias do mundo. É por isso que este Salão se chama "do Livro e da Imprensa" e nele há espaços para projectos que não livros, mas que também são leitura.

Como sempre haverá ateliers com escolas, sessões de autógrafos ("dedicaces" como dizem os franceses), exposições. Na edição deste ano serão "Os Príncipes e as Princesas" o fio condutor de muitas das actividades.

Montreuil também é sinónimo de prémios e os de este anos já foram atribuídos.
Aqui ficam as escolhas:

Prix Baobab (para álbuns ilustrados)



Prix Terre en Vue (para livros com uma mensagem ambiental)



Prix Premier Album (atribuído a livros-estreia de jovens ilustradores)



Prix Coup de Coeur (uma espécie de "amor à primeira vista" da equipa que organiza o Salão)



Prix de la Presse des Jeunes (para livros informativos ou documentais sobre um tema da actualidade ou da História)



E nós? Nós vamos ser engolidos pela máquina...
Partimos amanhã para um programa completo de actividades, que mal nos deixarão tempo para respirar o ar gelado de Paris. Dizem as notícias que a cidade está coberta de neve, que há tempestades no ar e nuvens carregadas a fazer estremecer os aviões (esta parte não dizem as notícias, mas diz-me a minha imaginação e eu ouço-a, que remédio).

Aproveitamos para agradecer à DGLB e ao Salão de Montreuil este convite e esta viagem.

Informação completa sobre o programa, aqui ou aqui.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Lembram-se da Sofia?


A Isabel tinha falado dela aqui.
Encontrámos esta fotografia em que se vê a história toda. A carrinha que nos trouxe os livros (e que é sempre esperada ansiosamente). A pressa em desempacotar. E a sofia em cima do muro, a ler o livro em primeira mão.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Matilde

No dia 25 de Novembro, às 18h00 na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Telheiras, vai haver uma homenagem a Matilde Rosa Araújo.

Vão ser apresentados dois livros: o último que Matilde escreveu, "Florinda e o Pai Natal" (com ilustrações de Maria Keil) e o primeiro, "O Livro da Tila".

O "Livro da Tila" foi editado pela primeira vez em 1957 e foi várias vezes reeditado. Encontrei aqui uma recensão de Domingos Monteiro, de 1961, que lhe dava quatro estrelas e o aconselhava para pessoas dos 8 aos 35 anos. As ilustrações das primeiras edições do "Livro da Tila" eram feitas por crianças. Esta nova edição da Caminho foi ilustrada por mim (explicação: quando me propuseram este desafio disse logo que não: não queria estar a ilustrar um livro que já tinha sido ilustrado pela Maria Keil. Imaginei as manifestações de indignação, os e-mails com petições contra esta "versão". Mas depois desfiz a minha confusão: as ilustrações deste livro não eram da Maria Keil. A Maria Keil ilustrou dois livros "primos" deste: "O Cantar da Tila" e "As Cançõezinhas da Tila". E assim lá me fiz à tarefa. Quando a Matilde morreu, o livro tinha seguido para a gráfica há poucos dias.)


Voltando ao programa: Ana Margarida Ramos, Leonor Riscado e Jorge Silva vão apresentar comunicações. Maria Barroso Soares vai ler poemas. 

Era bonito que a sala estivesse cheia.



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Os Livros da Minha Infância (1)

A Casa da Leitura tem pedido a autores, ilustradores, editores, jornalistas, etc que recordem as suas leituras de infância e façam uma pequena lista dos livros eleitos. Já lá estão as escolhas de Manuel António Pina, António Torrado, Afonso Cruz, Rita Pimenta, Inês Oliveira, Dora Batalim, Eduardo Filipe, Miguel Gouveia e muitos, muitos outros.

A acompanhar as listas, há sempre um texto que nos ajuda a mergulhar no tempo e a descobrir como é que os livros e as histórias faziam parte da vida de cada um ou porque é que determinado texto ou imagem foi tão marcante.

Infelizmente a minha aselhice não permite fazer links para estas páginas da Casa da Leitura, mas é fácil ir até à home e espreitar esta secção. É, por exemplo, muito interessante constatar como alguns livros fazem parte de uma geração e outros da geração seguinte ou, pelo contrário, como alguns livros atravessam mais do que uma geração e são referências para tanta gente, ao longo de tanto tempo.

Os livros do Bernardo, os meus e os da Madalena também já lá estão.
Partilhamos aqui as estantes da nossa infância...

Os Livros da Minha Infância (4)






Como um Radar

- A Floresta e A Fada Oriana, Sophia de Mello Breyner Andresen
- Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos
- Graças e Desgraças da Corte de El-Rei Tadinho, Alice Vieira
- Colecções Uma Aventura, Asa Delta e Viagens no Tempo, Ana Maria
Magalhães e Isabel Alçada
- Colecções As Gémeas e O Colégio das Quatro Torres, Enid Blyton
- Colecção Enciclopédia Brown, Donald J. Sobol
- Diário, Anne Frank
- Mafalda, Quino

Os livros da minha infância estão (ainda) agarrados a lugares, a mesas, prateleiras e armários em casas de primos, tios, avós e amigos.
Lembro-me de achar sempre poucos os livros que tinha para ler, fazendo render até ao limite aqueles de que gostava mais. Lembro-me também da estranheza de alguns primos e amigos não gostarem de ler. Na altura parecia-me impossível, um equívoco, um mal-entendido que mais cedo ou mais tarde seria reparado.
Os livros eram sempre poucos, gastavam-se depressa como os sapatos e os cotovelos das camisolas, por isso havia que os procurar. Agora, à distância, imagino-me munida de uma espécie de radar, sempre que entrava em casa alheia. Que livros há aqui para ler?
Quartos novos, de amigos novos, representavam um território em potência, a explorar avidamente. (Hoje sou mais comedida e não mexo em prateleiras sem autorização. Mas ainda olho para as lombadas...)
Então, por casas e prateleiras:
Na despensa, em casa dos meus primos, uma pilha de metro e meio de livros do Patinhas. O paraíso.
Na mesa redonda do quarto da tia Nela, pequenos montes de livros que fui lendo nas férias, Alves Redol, José Régio, Torga...
No armário da televisão, em casa dos meus avós, uma fila empolgante de revistas das Selecções (dramas reais que era impossível não parar de ler).
Na mesa-de-cabeceira no quarto dos meus pais, O Crime do Padre Amaro, Os Cus de Judas, Sinais de Fogo (penso que alguém, lá em casa, os terá lido com entusiasmo e, apesar de só mais tarde ter lido um deles, também os considero livros da minha infância: estavam lá e tinham bom aspecto).
Finalmente, nas prateleiras do meu quarto, O Colégio das Quatro Torres, os livros da colecção Uma Aventura (que fui lendo à medida que saíam as primeiras edições), as colecções Viagens no Tempo e Asa Delta, a Mafalda, os livros de Alice Vieira e Sophia de Mello Breyner Andresen.
Quando li A Floresta, descobri-me totalmente dentro de um livro. Foi lá que encontrei a Isabel, 11 anos, como eu.

Isabel Minhós Martins

Os Livros da Minha Infância (2)





Imaginar os sítios e as personagens

- A Fada Oriana, A Floresta, A Menina do Mar, Sophia de Mello Breyner
Andresen
- Puff e os seus Amigos, A.A. Milne
- Era uma Vez, Maria Lúcia Namorado
- The Big Book of Fairy Tales
- The Tale of Peter Rabbit, The Tale of Jemima Puddle-Duck, Beatrix Potter
- Peanuts, Charles M. Schulz
- Mafalda, Quino
- A Chave do Castelo Azul, O Veado Florido, O Mercador de Coisa Nenhuma,
- O Pajem Não Se Cala, António Torrado

Quando era pequena, uma das coisas de que me lembro era que o meu pai nos
costumava ler (a mim e aos meus irmãos) histórias compridas, um bocadinho
cada noite. O quarto estava às escuras e ele lia de pé, junto a uma frincha da
porta para ter luz. Nessa altura dormíamos os três no mesmo quarto num beliche com andar de cima, de baixo e gaveta. Lembro-me muito bem de estar deitada, no escuro, a ouvir as histórias e a vibrar com as passagens mais emocionantes (a velhinha d’A Fada Oriana a aproximar-se do abismo), a imaginar os sítios e as personagens que eram descritas e a querer saber como continuaria a história no dia seguinte.

Havia claramente coisas que me fascinavam e outras que me eram indiferentes.
Coisas que me fascinavam (e que me vêm agora à cabeça): a ilustração de uma velhinha com um molho de ramos às costas, a capa do livro da velha que vivia numa bota (pelos vistos, as velhinhas tocavam-me especialmente), a história de um pintainho cego, animais que viviam em tocas na floresta, um livro polaco que tinha uns desenhos de uns pinguins...

Quando fui para o ciclo, tive uma professora, a Maria Augusta Manaia, que punha em prática um «plano pessoal de leitura» a que chamávamos biblioteca de turma. Às segundas-feiras trazíamos um livro de casa e dizíamos por que é que o aconselhávamos. Depois, cada um pedia emprestado o livro que lhe tinha parecido mais aliciante (e dizia o que tinha achado do livro que tinha levado na semana anterior). Nessa altura devorei tudo: António Torrado, as «Aventuras» todas, Alice Vieira, Enid Blyton... Lembro-me de ter lido o Romance da Raposa do Aquilino Ribeiro e de ter gostado muito (apesar de ter achado difícil de ler). Os meus preferidos eram os livros do António Torrado — gostava muito da maneira de escrever dele, cheia de graça.


Em casa dos meus avós havia livros ingleses, antigos, com ilustrações que eu adorava. Podia passar horas a olhar para as imagens e gostava da sensação de serem livros que já tinham sido da minha avó quando era pequenina. Que as minhas tias e a minha mãe já tinham lido. Gostava daquela fragilidade, dos papéis, das capas com gravuras, das ilustrações a preto e branco, do cheiro.

Madalena Matoso

Os Livros da Minha Infância (3)





Para a vida nunca mais voltar a ser a mesma


- Todos os Astérix, Lucky Luke e Tintin

- Eternus 9, Victor Mesquita
- A Casa Dourada de Samarcanda, Hugo Pratt
- Shakespeare, Gianni de Luca
- O Incal, Alejandro Jodorowsky e Moebius
- O Menino Nicolau, Sempé e Goscinny
- Vinte Mil Léguas Submarinas, Júlio Verne

Ainda nem sabia ler nem escrever e já era um fanático de BD. O meu pai tinha uma colecção monstruosa onde se incluíam todos os números da revista Tintin, que eu via de trás para a frente como qualquer canhoto que se preze. Difícil foi começar a ler livros sem desenhos, pesados e com páginas a mais.
Felizmente havia o Júlio Verne lá em casa, que apesar de serem calhamaços de
encadernação antiga tinham umas ilustrações lindas de 30 em 30 páginas.
Depois veio o Eternus 9 e aquela visão futurista de Lisboa...
Ah! E o Corto Maltese para a vida nunca mais voltar a ser a mesma.

Bernardo Carvalho

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Os Quintais e Trocoscópio pela Casa da Leitura



O LIVRO DOS QUINTAIS

"Segundo volume da colecção «Histórias Paralelas», este álbum da dupla Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho propõe uma forma diferente de contar as histórias de um grupo de vizinhos com quintais contíguos. A narrativa, localizada sempre neste espaço exterior, segue o fio cronológico da passagem do tempo, uma vez que cada dupla página ilustra um mês diferente e a forma como ele é vivenciado pelas pessoas que partilham o espaço. A natureza, no seu ciclo contínuo, serve de pano de fundo aos encontros e desencontros das personagens e de um animal misterioso que se passeia pelas páginas (e pelos vários quintais). Construído como um jogo, onde é preciso ler, de forma complementar, o texto e as imagens, descobrindo pormenores, antecipando hipóteses e confirmando expectativas, o álbum põe à prova a atenção e a perspicácia dos leitores, convidando-os a fazer e a refazer a leitura. Ideal para uma leitura partilhada, em família ou na escola, este livro ilustra, mais uma vez, a excepcional energia criativa da dupla de autores."

Ana Margarida Ramos, CASA DA LEITURA



TROCOSCÓPIO

"Volume que encerra a trilogia «Histórias Paralelas», este álbum, constituído exclusivamente por imagens, parece funcionar como uma espécie de exercício criativo com formas geométricas de diferentes cores. A observação mais atenta das imagens, contudo, permite identificar cenas, personagens e objectos construídos com base na organização e composição das formas. A sua subtracção gradual de elementos à página par e a sua reorganização na página ímpar corresponde a um processo de transformação da paisagem inicial, marcada pela urbanidade e pela poluição, dando lugar a um espaço natural, caracterizado pela presença de plantas e animais variados. Implicitamente, o livro apela a comportamentos de transformação do meio ambiente, valorizando a Natureza, mas também à criatividade dos leitores e à capacidade de ver para além do óbvio e das aparências. Além disso, o tipo de proposta gráfica apresentada poderá facilmente ser replicado pelos leitores, levando à construção de novos cenários e realidades."

Ana Margarida Ramos, CASA DA LEITURA

Peter Hunt

"Estamos no ponto mais excitante do desenvolvimento da comunicação e da literatura dos últimos quinhentos anos, e a literatura infantil lidera esta trajectória" diz Peter Hunt.

Peter Hunt, é Professor de Literatura Infantil na Universidade de Cardiff e um dos críticos mais importantes nesta área. A editora brasileira Cosac Naify traduziu e adaptou recentemente um dos seus livros "Crítica, Teoria e Literatura Infantil", e a propósito deste lançamento conversou com Hunt, aqui.

Aproveito para recomendar "mais" Hunt (via Bruáa), neste caso o texto integral da conferência que encerrou a semana presencial da 4.ª edição do Mestrado em Livros e Literatura Infantil da Universidade Autónoma de Barcelona. Obrigada ao Miguel Gouveia.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Chegou o carteiro...



Chegou o carteiro
Das nove p'ras dez
E a vizinha do lado
De casaco enfiado
Deixou-nos uma carta
Em bicos dos pés...





A Sofia mora aqui mesmo ao lado.
No dia em que a carrinha da Printer trouxe os livros novos, ela estava a passar com a mãe e ficaram as duas (muito sossegadas porque não são de incomodar ninguém) a ver as manobras de descarga.
A Sofia foi a primeira leitora oficial a inaugurar estes livros do Planeta Tangerina e pelos vistos gostou porque hoje, na caixa do correio, tínhamos este postal lindíssimo a agradecer.

Nós é que agradecemos!

PS: quem segura o postal não é obviamente a Sofia, mas o Simão que aproveitou a boleia de um vírus para nos fazer uma visita.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Na Escola da Moita






Esqueci-me de dizer...


O Lançamento do "Cantar Juntos" é amanhã, dia 16 de Novembro, às 18h30 na sala 1 da Fundação Calouste Gulbenkian.