segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Já há premiados de Bolonha



Um livro de fábulas de Esopo com ilustrações de Jean-françois Martin venceu na categoria Fiction (Éditions Milan).
Na categoria New Horizons ganhou Mil-Folhas, da brasileira Cosac Naify, sobre a a História da pastelaria brasileira.
Os restantes vencedores aqui.

"Depressa, Devagar" premiado LER/BOOKTAILORS

Depois do Prémio Nacional de Ilustração, o livro "Depressa, Devagar", na pessoa do nosso ilustre Bernardo Carvalho, foi agora distinguido na categoria "Melhor Design de Infanto-juvenil", nos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS.

Afonso Cruz, com as ilustrações do livro "Galileu: à luz de uma estrela" ganhou a categoria "Melhor Ilustração Original", Vera Tavares ganhou em várias frentes "Melhor Design de Colecção" (Literatura de Humor, da Tinta da China), "Melhor Design de Não-ficção" (As entrevistas da Paris Review, da Tinta da China) e ainda o "Prémio Artes Gráficas" do ano.
A Editora Revelação foi a Ahab; a do ano, a Quetzal.
A Melhor Livraria Independente foi a bracarense Centésima Página.

Aqui a composição do júri e os restantes premiados.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ricos filhos



Enquanto as ervas do quintal não crescem (ontem foi dia de poda e de desbaste, era a selva lá atrás...), aproveitamos a terra das traseiras para background:
Em italiano,"Quanti Siami in Casa" e "P di Papà", edições da Topipittori.
Em catalão e em castelhano,"El Meu Vei és un Gos" e "Mi Vecino es um Perro", edições da Intermon Oxfam.

(Saíram de casa e voltaram apenas para nos dizer que estão bem)

Perdido e achado



Este sábado, Festa da editora Mini Orfeu na Biblioteca Camões.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Um dia, um Guarda-chuva...

Está prestes a chegar às lojas o primeiro livro de 2011.
Para nós é um livro com sabor a estreia, pois é a primeira vez que editamos um projecto que não nos envolveu enquanto autores: Valerio Vidali apresentou-nos a maqueta numa fase inicial, "comprámos" a ideia e fomos, aos poucos, trabalhando as páginas, procurando criar um livro que encaixasse bem no catálogo da casa.



Aqui fica um cheirinho para abrir o apetite:







O destino de muitos guarda-chuvas é perderem o dono.
Felizmente, a sensação de abandono é sempre “sol de pouca dura”, pois os guarda-chuvas perdidos depressa encontram novos proprietários (desesperados e quase sempre encharcados...), que depressa lhes devolvem a utilidade.
Ao guarda-chuva deste livro aconteceu algo parecido: ficou esquecido num autocarro e foi passando de mão em mão, descobrindo novos donos e também novas funções.
Num só dia, serviu para afugentar ladrões, entrou num número de circo, viu-se transformado em barco e até entrou num filme... o que prova que um guarda-chuva pode servir para muito mais do que apenas proteger cabeças em dias de temporal.
No final, depois de muitas peripécias, o guarda-chuva (perdido?) acaba o dia onde menos se espera...

“Um Dia, um Guarda-chuva” é uma edição original do Planeta Tangerina com textos de Davide Cali (Suíça) e ilustrações de Valerio Vidali (Itália).
Um álbum ilustrado que desafia os leitores a encontrar, em cada ilustração, os elementos que dão continuidade à história na página seguinte.

A Gala

De certeza que ninguém descolou da TV e já toda a gente sabe: houve muitos prémios e muitos vencedores. Parabéns a todos.
Na nossa categoria, um balde de água fria: ganhou o Afonso Cruz (estamos a brincar, gostamos muito da "contradição humana" e do Afonso Cruz — escritor e ilustrador. Parabéns para ele e para a Caminho).
Não voltámos de mãos a abanar. A Isabel recebeu uma bonita placa de nomeada que irá certamente embelezar a sua sala.
Saber mais aqui.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Prémios SPA



É hoje a entrega dos Prémios "Autores" da Sociedade Portuguesa de Autores / RTP.

Miss Isabel Minhós Martins está nomeada na categoria "Melhor Livro de Literatura Infanto-Juvenil" com o Livro dos Quintais. Os outros nomeados nesta categoria são Afonso Cruz (A Contradição Humana) e António Mota (Pinguim).


Vamos à gala, claro (apesar do Sporting-Benfica).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Novidade Planeta Tangerina







Está para breve... E com esta chuva vem mesmo a calhar.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Últimas horas

Hoje fecham as urnas dos prémios de edição Ler/Booktailors.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Serviço Público

Mr. Jorge Silva tem um blogue. Se ele partilhar uma minúscula parte da sua colecção de ilustração já somos pessoas de sorte.

Chegou o Almanaque Silva. Usufruamos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Obrigada à Lara

El Bosque de la Maga Colibri é uma livraria especializada em literatura infantil de Gijón, nas Astúrias. A dona do espaço (entusiasta e grande conhecedora de livros) chama-se Lara Meana e preparou uma montra extraordinária para receber "El Mundo en un Segundo", editado agora em castelhano pela Intermon Oxfam, no âmbito do seu projecto Libros Solidarios.

A Lara esmerou-se e construiu um verdadeiro cenário para mostrar a novidade.
Só nos resta agradecer tanta dedicação.

(Já agora o blog da Lara sobre "lectura, literatura infantil y más", aqui.)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Carta pela Compaixão



Revelada em 2009, a Carta pela Compaixão foi elaborada por personalidades religiosas de todo o mundo para alertar a necessidade de compreender e respeitar as diferenças de cada pessoa.

No dia 10 de Março, além de outros materiais sobre Diálogo Inter-religioso, será lançado o cartaz da Carta pela Compaixão, direcionada a um público mais jovem. Iniciativa da Acidi, no Auditório do Centro Nacional de Apoio ao Imigrante, às 17h.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Um dia numa praia holandesa...

Lembram-se do construtor-reciclador do livro "Um Dia na Praia"?
Ao que parece ainda anda por aí e tem vindo a tornar-se cada vez mais sofisticado...



Teo Jansen é físico (e agora escultor) e cria criaturas que andam apenas com a força do vento.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sardines


As sardinhas, toda a gente sabe, são a imagem das Festas de Lisboa.
As primeiras foram desenhadas pelo Jorge Silva dos Silva! e foram feitas a partir de uma sardinha que veio da Praça da Ribeira e que foi cuidadosamente digitalizada.
Com os anos foram ganhando diferentes caras e nos últimos dois anos, convidaram-se ilustradores/artistas/designers para desenharem a sua sardinha.
Este ano, uma novidade: as sardinhas vão a concurso. Quem quiser pode participar.
Vai haver 10 sardinhas seleccionadas por um júri e uma votada no (adivinhem) facebook.

Nós tivemos as nossas sardinhas pelas ruas em 2010 e aconselhamos a experiência.
É bom e não farta.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

This must be the place


(ou um dia na praia)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Livro dos Quintais em Bolonha



As ilustrações do Bernardo para o "Livro dos Quintais" foram seleccionadas para a Exposição de Ilustração da Feira de Bolonha, uma das mais "queridas" dos ilustradores (desconfio que quando alguém começa a pensar tornar-se ilustrador/a sonha sempre com o dia em que fará parte desta selecção).
A esta edição concorreram 2836 trabalhos e, destes, apenas 76 foram seleccionados (69 na categoria "Fiction" e apenas 7 na categoria "Non-Fiction").



Para além do Bernardo, há mais um portuga na exposição, a ilustradora Teresa Cortez cujo trabalho pode ser visitado aqui. (Parabéns Teresa!).
A lista completa dos seleccionados pode se consultada aqui.
O júri desta edição aqui.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Nunca pensámos vê-lo por aqui...

Já uma vez (há uns meses) nos tinham contado que Paulo Portas aparecera a comentar qualquer coisa na televisão com um Caderno do Planeta Tangerina na mão. Tentámos confirmar, vendo o dito vídeo em câmara lenta, mas nunca conseguimos ter 100% a certeza. A semana passada, o fotógrafo do Público Daniel Rocha "apanhou" Paulo Portas frente a uma mesa transparente e foi possível tirar teimas. Agora já não temos dúvidas: é mesmo um dos nossos (cadernos)! Em concreto o n.º 4, "Je suis ce que je suis".


FOTO: Daniel Rocha/Público

Desconfiamos que Portas esteja a seguir a colecção pela ordem numérica porque na vez anterior (o tal vídeo da SIC) trazia consigo o nosso número 3 "Te quiero mucho Rosita".
Reparem os nossos leitores que não é de todo indiferente que PP use ou não os cadernos Planeta Tangerina: como é público, PP tem por hábito tirar notas de tudo o que lhe acontece. Por exemplo, na altura em que abandonou o Ministério da Defesa digitalizou cerca de 60.000 páginas de notas pessoais, o que feitas as contas daria uma média de 24 páginas de notas por dia, ao longo de sete anos.
O que é que queremos dizer com isto?
Que são clientes como este que dão fôlego ao nosso negócio.
Obrigada, pois, pela preferência.

A notícia do Publico que acompanha a imagem vem aqui (para não pensarem que isto é uma montagem de bom?/mau? gosto).

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tangerinas na Guiné



A Marta Jorge, até há pouco correspondente da RTP na Guiné Bissau (e para além disso prima e amiga), enviou-nos estas fotografias (lindas).

Conta ela: "Num país sem livrarias nem bibliotecas, a Feira do Livro, realizada na época das chuvas, parecia um paraíso. Era um frenesim de gente a abrir e comprar livros, como se ali estivesse o segredo de um tesouro escondido. Eu comprei tantos livros quantos os braços abarcavam. Os "tangerinas" ofereci-os aos filhos dos funcionários da RTP. Foi o primeiro livro de histórias de quase todos."

Os presenteados a saborear os seus livros pela primeira vez...


O Carolino


O Carlos


A Itcha


Os gémeos (Carlos e Carolino)

Ficámos muito contentes em fazer parte desta estreia.
Obrigada à Marta.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ai o tempo

O Isaac e o Mateus mandaram-nos este poema já há algum tempo. Sempre que passo pela caixa de e-mails para arrumações e limpezas, dou de caras com o assunto "poema do isaac" e leio-o. E é sempre bom.
Acho que eles não se importam que o mostremos aqui:

ai o tempo em que os dentes doíam só aos garfos
ai o tempo em que o limão era doce
e as pessoas azuis
ai o tempo em que os candeeiros eram envergonhados
e não saíam do tecto
ai o tempo em que chovia mel
e os alhos lavavam os dentes
e as zebras tocavam piano nas riscas umas das outras
ai o tempo em que as horas não eram importantes
e as letras ainda não tinham sido inventadas

(O Isaac e o Mateus tinham 7 e 6 anos quando o escreveram. A avó Stella foi a mensageira. Obrigado)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Eleições antecipadas

Já sabemos quem são os candidatos para os prémios de edição Ler/Booktailors.
Ide e votai em consciência.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Em cena





Voltamos ao palco do Maria Matos em dose dupla.

Produzido ano passado para o aniversário do Teatro Maria Matos, está de regresso "Daqui vê-se melhor". A História do Teatro, contada através do diálogo entre a Susana (atriz), o Bernardo (ilustrador) e a Susana (narradora). Texto de Isabel Minhós Martins. Dias 20 a 23 de Janeiro.
Destaque na Time Out desta semana.

O livro "Enquanto o Meu Cabelo Crescia" é o fio condutor da segunda História Magnética, um projeto musical, co(a)ntada por Sérgio Pelágio. Depois do espetáculo, uma oficina para estimular os mais pequenos. Dias 1 a 6 de Fevereiro.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sobre os pedidos de doação

Não há um só dia que passe em que a caixa de correio do Planeta Tangerina não receba pedidos de doação de livros. Normalmente os pedidos vêm de sítios pelos quais temos a maior das simpatias e empatias (não sei se é bem a mesma coisa, mas é importante reforçar a ideia): escolas, bibliotecas, associações culturais, centros de saúde, escolas, ATL's, ludotecas, serviços pedagógicos etc.
Não vemos as caras por detrás deste pedidos, mas apostamos que quem os faz são pessoas que arregaçam as mangas e não desistem ao primeiro não, tentando fazer chegar livros às suas prateleiras vazias. Quando recebemos estes pedidos (e são vários, todos os dias) balançamos aflitos para um lado e para o outro. Normalmente temos dito que sim, sobretudo quando partem de entidades não subsidiadas: fazemos um pacote, enviamos por correio e ficamos com a sensação de dever cumprido. Mas, aos poucos, talvez porque tenhamos enrijecido (é a vida), talvez porque os pedidos caem às centenas na nossa caixa de mensagens, começamos a aprender a dizer que não.
A certa altura começamos a interrogar-nos: até que ponto temos obrigação de fornecer gratuitamente tantas prateleiras do país, por mais bem intencionadas que sejam?
Sentimos que começa a tornar-se regra o pedido de livros às editoras e a sua oferta gratuita e, com a crise como desculpa, imagino que por vezes nem se pense noutras alternativas. Esta semana, por exemplo, chegou-nos uma mensagem de um serviço de uma grande Câmara Municipal, pedindo que doássemos livros para servirem como prémio num concurso (estavam em causa, o quê: 40, 50 euros?).
Palpita-me também que implícita ao pedido está a ideia de que é obrigação das editoras darem o seu contributo (doando os bens que vendem), sob pena de não serem consideradas parceiras nesta (boa e grande) causa nacional que é a de pôr os pequenos portugueses a ler...

Parte-se-nos o coração quando temos de dizer que não.
Mas começámos a fazê-lo, sobretudo quando achamos que há outros caminhos.

(Esperamos que as caras por detrás dos pedidos encontrem alternativas e continuem a encher as suas prateleiras de (bons) livros.)

A Cotovia já canta na blogosfera


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A rua é nossa

A exposição "A rua é nossa... de todos nós!" estará no MUDE até dia 20 de Fevereiro.

Para além das oficinas para escolas que têm estado a acontecer, vai haver duas actividades para famílias nos dias 23 e 30 deste mês. Saibam tudo aqui (e apressem-se a marcar lugar).


As oficinas são orientadas por Vanda Vilela e Leonor Pêgo (da Associação Traços na Paisagem).

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Atelier "Cá Em Casa Somos"







Hoje fomos visitar os nossos vizinhos da Escola dos Lombos, aqui em Carcavelos. A partir do livro "Cá Em Casa Somos" fizemos um atelier à volta do corpo humano e dos seus surpreendentes números. Quem quiser repetir, siga a receita...

MATERIAL
Folhas de papel A3
Pistas sobre o corpo humano
Marcadores
Fita cola

COMO SE FAZ
Cada grupo de meninos recebe uma pista sobre uma parte do corpo humano (cabeça, perna, pé, tubo digestivo, pulmões, coração, bexiga etc). Na folha, desenha-se cada parte separadamente, tendo em atenção os detalhes que vêm descritos (ossos, veias, músculos etc), para o desenho ficar rico em texturas e pormenores.







Cada um usa a escala que lhe apetecer para desenhar, mas o efeito final é mais surpreendente se todos usarem a folha na totalidade (para depois haver diferenças de escala mais engraçadas).
No final, recortam-se todos os elementos e montam-se sobre uma superfície plana, usando cola ou tirinhas de fita-cola.
Podem também integrar-se as pistas dadas na ilustração, usando-as como legendas para os vários elementos. Desta maneira, outros meninos da escola podem aprender também.



Quando a personagem estiver em condições, observam-se as suas características (será comilona, estará apaixonada, parece tímida, meia maluca?) e decide-se o melhor nome para lhe dar.
Esta que fizemos na Escola dos Lombos (porque tinha os pés grandes e os pulmões em excelente forma) passou a chamar-se Ana Atleteira (1.º ano). Na sessão seguinte (2.º e 3.º ano, da qual não temos fotografias) críamos uma Julieta Paixoneta (o coração era tão grande que não lhe cabia no peito).

Agradecemos à Prof. Rute e ao Prof. António este convite.
(As fotografias foram tiradas pelo Professor António, obrigada também.)

Estas e outras propostas de trabalho estão disponíveis no site do Planeta Tangerina, aqui.
Basta clicar no ícone deste livro para imprimir todas as pistas necessárias para construir um corpo humano.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Forever


(imagem roubada descaradamente do blog da Cosac Naify)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Tinta nos Nervos

Exposição a não perder no Museu Colecção Berardo.

Saber mais aqui e aqui.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Novo

Enquanto todos os olhos e ouvidos estão postos na crise, o mundo continua a girar (dizem) e há coisas a acontecer (como nunca, dizemos nós).

A Orfeu Mini juntou-se a Catarina Sobral e fizeram Greve.

No que diz respeito à tradução de álbuns ilustrados, devemos estar a passar uma das melhores fases de sempre. Algumas editoras como a Caminho, Horizonte, Edicare, Bruaá e Orfeu têm escolhido, traduzido e editado algumas das boas coisas que se vão fazendo pelo mundo fora.


(o nosso arenque já está pendurado)