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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

No Expresso (já da semana passada)

O "Grande Coisa" foi uma das escolhas de Natal do jornal Expresso.
(que ninguém se atreva a encolher os ombros e a dizer "Grande Coisa!")

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O misterioso William Bee




William Bee, artista e designer britânico e autor de "Grande Coisa", é uma personagem algo misteriosa...
Sabemos que nasceu na cidade de Londres, mas que agora vive no campo. Que, para além de escrever livros para crianças, corre num carro desportivo antigo, é esquiador internacional e quando está em casa gosta de tratar do seu jardim.
"Grande Coisa" é o seu primeiro livro (e também o primeiro editado em Portugal), seguindo-se "Beware of the frog" e "And the train goes", ambos originais da Walker Books ainda não traduzidos para português.

Mas não sabemos muito mais... A não ser tudo o que o seu trabalho nos dá a conhecer e que talvez não seja assim tão pouco: que tem uma costela britânica muito marcada e um sentido de humor muito particular — sarcástico, negro, meio louco...

É verdade que temos o site pessoal de William, onde não encontramos uma única linha sobre o seu trabalho, mas uma lista imensa de coisas que ele adora: girafas, a rainha de Inglaterra, macieiras, Woddy Allen, aviões supersónicos, guarda-chuvas, T.E Lawrence, roast potatoes, guarda-chuvas ou helicópteros.

No blog "Seven impossible things before breakfast" (que aproveitamos para recomendar), William Bee dá uma entrevista ao pequeno-almoço, onde fala sobre o seu processo de trabalho, as suas influências, o seu encontro com o mundo dos livros (e onde mostra os seus carros e o atelier onde trabalha).
A autora da entrevista não encontra melhor palavra para o descrever do que "quirky", qualquer coisa como esquisito, bizarro, estranho, inesperado...




Este é também o único sítio na imensidão da internet onde é possível vê-lo em carne e osso. Mas o mistério só se torna maior...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O ano ainda não acabou (2)



O Billy tem um problema (infelizmente bastante comum): é um rapaz extremamente difícil de contentar. O pai esforça-se, mostrando-lhe as coisas mais espantosas do mundo, mas o Billy a tudo responde com um enfadonho encolher de ombros e um lacónico “Grande Coisa.”
É verdade que os pais podem ter uma paciência infinita – e o pai do Billy parece tê-la –mas, há momentos em que um pai tem mesmo de tomar medidas drásticas.

Grande Coisa foi distinguido com o Blue Ribbon Picture Book Award, atribuído pela revista The Bulletin do Center for Children's Books.

Grande Coisa é uma história simples, mas a verdade é que nunca é a história que conta, mas sim o modo como a história é contada, e fico feliz por dizer-vos que Bee, um ilustrador britânico, se porta bem nas duas frentes: texto e ilustração.
(...)
À medida que o pai vai mostrando ao Billy coisas cada vez mais estranhas, “Grande Coisa” começa a parecer-se menos com um sarcástico “deita abaixo” e mais com um mantra calmante, uma terapia para os excessos da parentalidade desesperada.

Daniel Handler, New York Times


Uma edição original da Walker Books que chega a Portugal numa edição do Planeta Tangerina.