(Perdoem a ilegalidade. Foram tiradas nos doclisboa. Com todo o respeito)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Luso-Galaico-Franceses
Os encontros Luso-Galaico-Franceses do Livro Infantil e Juvenil acontecem nos dias 12 e 13 de Novembro no Porto, na Biblioteca Almeida Garrett. Este ano o tema é "Para maiores de 12: Tendências da Literatura Juvenil".
Os originais do "Primeiro Gomo da Tangerina" vão estar em exposição.
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Exposição
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Daqui vê-se melhor (2)
No último domingo, subiu ao palco do Teatro Municipal Maria Matos a peça "Daqui vê-se melhor", uma ideia da Susana Menezes, escrita pela Isabel, desenhada por mim, com música do Bernardo Devlin e coordenada e interpretada pela Susana Branco. A produção foi do próprio Maria Matos e integrada na comemoração do seu 41º aniversário.
Durante um dos ensaios filmei um bocadinho do que andávamos a fazer.
Apesar de não se ouvirem as vozes das Susanas, nem a música original da peça, e de estar muito escuro, aqui fica este mini-vídeo super acelerado, para que quem não foi tenha uma ideia do espectáculo.
Em princípio esta História do Teatro vai voltar ao palco do Maria Matos lá para Janeiro. Apareçam.
A música do video é dos Mgmt.
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Teatro Maria Matos
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Um ano de inundação
Faz hoje um ano que metemos água, muita água.
Foram dias para esquecer que hoje aqui lembramos.
A história dos livros que aprenderam nadar, aqui.
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Secos e Molhados
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O Câmara Clara esteve no nosso quintal
Uma boa amiga teve a paciência de procurar (e de nos enviar) o link para o programa Câmara Clara onde aparecemos a semana passada a falar da Colecção Histórias Paralelas. A peça, da jornalista Filipa Leal (a quem aproveitamos para agradecer), pode ser vista aqui, a partir do minuto 2'13''.
Super POP
Novidades das boas na Bruaá.
(já merecem uma estátua pelas coisas boas e grandes que nos trazem).

(já merecem uma estátua pelas coisas boas e grandes que nos trazem).
A fotografia foi descaradamente raptada da Prateleira de Baixo (a propósito, vale a pena reler este post).
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tangerina Expresso
Uma fantástica crítica ao Primeiro Gomo da Tangerina, por António Loja Neves.
Saiu este fim-de-semana no suplemento "Atual", do Expresso e deixou-nos muito felizes.
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No Público, de Domingo
Pág. crianças 16 10-2010
View more documents from mrvpimenta.
O "Livro dos Quintais", por Rita Pimenta, na página das Crianças do Público. Está ali no cantinho, mas é possível "zoomar" um pouco.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
Na prateleira
O nosso mais recente ovni está na prateleira de baixo. Já houve quem nos dissesse, sinceramente, que não conseguia perceber o livro (e nós agradecemos que nos vão dizendo o que acham). Também já nos disseram que a princípio não perceberam mas que depois começaram a gostar. De livro na mão, também nos perguntaram se nunca tínhamos pensado fazer um livro com contos mais tradicionais. Na prateleira de baixo foi lido/visto/jogado e bem recebido. E nós ficamos todos contentes.
Trocoscópio step by step: (1) miss Yara e Mr Bernardo, num dia quente de Agosto, a dar os toques finais antes de ir para a gráfica sob o olhar atento da miss Lopes, (2, 3) saída de máquina, (4, 5) à espera dos livros, (6, 7) a arrumação com a Carolina a condizer, (8) o livro.
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Trocoscópio
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Inauguração da oficina serigráfica
Vamos lá dar um nome pomposo à coisa e a solenidade merecida ao acto...
A mudança para a nova casa tornou possível a concretização de um sonho antigo: uma máquina de serigrafia à disposição dos artistas da casa, à distância de um lance de escadas.
A mudança para a nova casa tornou possível a concretização de um sonho antigo: uma máquina de serigrafia à disposição dos artistas da casa, à distância de um lance de escadas.
A máquina é grande e, com os adereços obrigatórios que a acompanham (a prensa e a estufa que também serve de secador), tivemos de fazer alguma ginástica para a conseguir encaixar no quarto do sótão que lhe tínhamos destinado.
Para a estreia, o Bernardo fez uma variação da imagem criada para a capa de "O Livro dos Quintais".
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Serigrafia
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Daqui vê-se melhor
Apesar de o Planeta Tangerina não ser especialista em artes do palco, também anda em ensaios...
"Daqui vê-se melhor" é o nome do espectáculo que vai subir ao palco do Maria Matos, integrado nas comemorações do 41.º aniversário deste teatro.
O Programa Educativo convidou-nos a escrever um texto sobre a História Mundial do Teatro (imaginem a empreitada...) e a ilustrar esta história, ao vivo, em pleno palco.
Os ensaios já começaram:
A actriz Susana Branco que interpretará o texto.
De costas: Susana Menzes, responsável pelo Programa Educativo, a outra Susana e o Bernardo (que fará os desenhos ao vivo).
"Daqui vê-se melhor" é o nome do espectáculo que vai subir ao palco do Maria Matos, integrado nas comemorações do 41.º aniversário deste teatro.
O Programa Educativo convidou-nos a escrever um texto sobre a História Mundial do Teatro (imaginem a empreitada...) e a ilustrar esta história, ao vivo, em pleno palco.
Os ensaios já começaram:
A actriz Susana Branco que interpretará o texto.
De costas: Susana Menzes, responsável pelo Programa Educativo, a outra Susana e o Bernardo (que fará os desenhos ao vivo).
E o texto...
A História do Teatro é longa, longa... tão longa como a História do mundo e foi preciso cortar algumas páginas.
Não queremos que ninguém se aborreça.
O espectáculo é para famílias.
O espectáculo é para famílias.
Para todos grande e pequenos, a partir dos 5 anos.
Mais informações aqui.
JÁ AGORA:
Não percam também o espectáculo "Hotel Lutécia", com histórias passadas no Hotel que há 41 anos partilha o edifício com o Teatro Maria Matos.
JÁ AGORA:
Não percam também o espectáculo "Hotel Lutécia", com histórias passadas no Hotel que há 41 anos partilha o edifício com o Teatro Maria Matos.
Sete escritores escreveram as histórias que vão estar a acontecer nos quartos e varandas do hotel; os espectadores assistem cá fora, numa bancada montada em frente à fachada do edifício e ouvem os diálogos através de auscultadores.
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Teatro Maria Matos
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Algumas palavras do novo Nobel (da Literatura)
“Creio que o romance foi sempre um testemunho rebelde, de insubmissão. Em todas as épocas, os romances flagraram nossas carências, tudo aquilo que a realidade não nos pode dar e que de alguma maneira desejamos. Começamos a inventar porque o mundo não nos parece suficiente. O romance se situa justamente nesta compensação que o ser humano busca quando entende que a realidade não o satisfaz completamente. Por esse motivo, o romance causou sempre desconfiança nos governos, nas instituições que aspiram controlar a vida. As religiões e os regimes autoritários nunca foram simpáticos ao romance. E penso que têm razão: o romance é mesmo um gênero perigoso, porque provoca a imaginação, os desejos, e nos faz sentir que a vida não é o bastante, que ela não consegue aplacar todos os nossos apetites e sonhos. O romance tem a ver com esse espírito rebelde. A invenção de outro mundo, de outra realidade, onde podemos nos refugiar e viver. Escapar através da fantasia. Acredito que essa é a origem de toda ficção.”
A Topipittori chegou à blogosfera
Nostri amichi dei Topipittori hanno un nuovo blogue.
Bem-vindos e bons posts!
Bem-vindos e bons posts!
Actualização (seguindo a sugestão do Paolo que se apressou a corrigir o italiano macarrónico deste post): I nostri amici Topipittori hanno un nuovo blog.
Se balader (c'est bon)
Com elegância japonesa, Miss Yara Kono apresenta a mais recente aparição em língua francesa de um dos livros da casa.
Passou de "Andar Por Aí" a "Se Balader" e sempre que vejo o título lembro-me, vá lá saber-se porquê, daquela canção francesa dos anos 60 "Tous les garçons et les filles"...
A tradução é de Alexandra Sabato, com a colaboração de Paola Leoni Notari.
A edição tem assinatura da Notari.
Entretanto, a Paola Notari fez uma sessão fotográfica inspirada nesta que aqui mostrámos e enviou-nos duas fotografias suas com o original entre mãos. Merci chére Paola!
Passou de "Andar Por Aí" a "Se Balader" e sempre que vejo o título lembro-me, vá lá saber-se porquê, daquela canção francesa dos anos 60 "Tous les garçons et les filles"...
A tradução é de Alexandra Sabato, com a colaboração de Paola Leoni Notari.
A edição tem assinatura da Notari.
Entretanto, a Paola Notari fez uma sessão fotográfica inspirada nesta que aqui mostrámos e enviou-nos duas fotografias suas com o original entre mãos. Merci chére Paola!
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Andar Por Aí,
Notari
Soubemos agora mesmo...
São três boas notícias de uma só assentada:
Os livros "Cá Em casa Somos" (Madalena Matoso) e "As Duas Estradas" (Bernardo Carvalho) foram seleccionados para a II Bienal Iberoamericana de Design, mais conhecida por BID que se realiza entre 22 e 26 de Novembro em Madrid.
Soubemos também (agora mesmo) que o livro "Um Dia na Praia" é um dos pré-seleccionados para o Prémio Baobab para álbuns ilustrados do Salão de Montreuil, um prémio criado pelo journal Le Monde, a Associação de Livrarias Especializadas em Livros para a Infância e o Sindicato das Livrarias Francesas. Em anos anteriores este prémio distinguiu os livros de Kittty Crowther, Benoît Jacques e Olivier Douzou.
Os livros "Cá Em casa Somos" (Madalena Matoso) e "As Duas Estradas" (Bernardo Carvalho) foram seleccionados para a II Bienal Iberoamericana de Design, mais conhecida por BID que se realiza entre 22 e 26 de Novembro em Madrid.
Soubemos também (agora mesmo) que o livro "Um Dia na Praia" é um dos pré-seleccionados para o Prémio Baobab para álbuns ilustrados do Salão de Montreuil, um prémio criado pelo journal Le Monde, a Associação de Livrarias Especializadas em Livros para a Infância e o Sindicato das Livrarias Francesas. Em anos anteriores este prémio distinguiu os livros de Kittty Crowther, Benoît Jacques e Olivier Douzou.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Bate-volta
As idas ao Porto sempre deixam um gostinho de quero mais e esta não foi excepção, ainda mais por não ter sido planeada. Entre conhecer o Rui e a sua galeria bem bacana (para quem gosta de ilustração é paragem obrigatória), chuva, bate-perna, comer bem, tempestade e concerto na Casa da Música, o bate-volta passou num instante.
Jack Teagle na Galeria Dama Aflita.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Aqui há gato
Ao princípio não ligámos. Porque somos relativamente novos no bairro e não habitamos a casa há tempo suficiente para lhe conhecer os ruídos. Primeiro era só o vento nas telhas (mesmo em dias em que não soprava uma brisa), depois deviam ser os vizinhos do lado (miúdos a fazer das suas entre dois episódios do Canal Panda), houve um dia em que chegámos a falar em fantasmas (morou aqui gente antes de nós e nunca saberemos se acharam graça à ocupação que fizemos da sala e dos quartos). Mas, a partir de certa altura, começámos a estranhar a sério as pancadinhas ao de leve no telhado, sorrateiras e ritmadas, que paravam mal assomávamos à janela.
Tirámos à sorte (porque não houve voluntários) e lá fui eu, de máquina na mão, fotografar o fenómeno em flagrante delito e trazer notícias aos cobardolas do 1.º andar.
Andava um gato no telhado, este que aqui vêem, e que reconhecemos imediatamente.
É o que dá deixar a porta do armazém tantas vezes entreaberta...
O bicho sai para passear e só volta uma meia hora antes do Sr dos CTT's chegar, mesmo a tempo de entrar no Livro dos Quintais e seguir encaixotado para as livrarias.
No dia seguinte, regressam os passos lá em cima (pois bom gato, a casa torna).
PS: A imagem do Gatuno camuflado que aqui vêem foi criada pelo Bernardo para a primeira guarda do livro. Apesar de não ter sido a escolhida, não perde para o seu vulto em elegância e classe.
Tirámos à sorte (porque não houve voluntários) e lá fui eu, de máquina na mão, fotografar o fenómeno em flagrante delito e trazer notícias aos cobardolas do 1.º andar.
Andava um gato no telhado, este que aqui vêem, e que reconhecemos imediatamente.
É o que dá deixar a porta do armazém tantas vezes entreaberta...
O bicho sai para passear e só volta uma meia hora antes do Sr dos CTT's chegar, mesmo a tempo de entrar no Livro dos Quintais e seguir encaixotado para as livrarias.
No dia seguinte, regressam os passos lá em cima (pois bom gato, a casa torna).
PS: A imagem do Gatuno camuflado que aqui vêem foi criada pelo Bernardo para a primeira guarda do livro. Apesar de não ter sido a escolhida, não perde para o seu vulto em elegância e classe.
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O Livro dos Quintais
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Livros do Futuro
Grammar Can be Fun é um livro de Munro Leaf de 1934. Quando vi a data de edição fiquei pasmada. É certo que agora podemos ler livros electrónicos mas, ao ver este livro, fico com a sensação que, às vezes, parece que estamos a andar para trás.
É estranho que um livro feito há 76 anos nos pareça mais futurista que livros feitos nos nossos dias (especialmente na área das gramáticas e companhia).
Munro Leaf escrevia e ilustrava a maior parte dos livros que fazia. Escreveu "The Story of Ferdinand" que contava as aventuras de um touro que preferia cheirar flores a participar em touradas. Pelos vistos, Ferdinand gerou bastante controvérsia por se considerar que o livro defendia valores pacifistas. Foi proibido na Espanha e queimado como "propaganda" na Alemanha.
Vi este livro no Curious Pages (que tem mais maravilhas para ver como, por exemplo, este Puff dos anos 60).
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Colecção de Futuros
Já se pode consultar o programa do Serviço Educativo dos Museus da Politécnica (Museu de Ciência e Museu de História Natural).
Há uma grande oferta de actividades para todos os gostos, idades e feitios.
Está tudo aqui.
O Planeta Tangerina fez o cartaz e, para isso, teve a sorte de poder andar pelos bastidores do museu, entrar em salas cheias de esqueletos e bichos empalhados, espreitar armários com milhares de frascos e frasquinhos com animais lá dentro, ver fotografias antigas (lindas: das salas do museu antes do incêndio, dos cientistas em saídas campo), ver gravuras, herbários, sementes... Ficámos fascinados com este mundo admiravelmente novo (para nós).
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O álbum das Palavras Andarilhas
Os queridos leitores deste blog que nos desculpem a ausência de notícias, mas temos andado num "virote", com prazos para cumprir em muitas frentes e não tem sido fácil,
nada fácil...
Enquanto os ventos não abrandam aqui para estas bandas, partilhamos convosco algumas imagens do fim-de-semana de Andarilhas.
Enquanto os ventos não abrandam aqui para estas bandas, partilhamos convosco algumas imagens do fim-de-semana de Andarilhas.
O estendal com a imagem das várias edições das Andarilhas e outros encontros de contadores. Ao centro, a T-shirt do Clube de fãs de Cristina Taquelim (organizadora do encontro desde sempre). Não comprámos a T-shirt mas subscrevemos a mensagem.
Sessão na Tendinha dos Contos com Carlos Marques.
Nesta parte, o lobo estava quase a comer a Carmela e os ouvintes levantaram-se nervosos...
Nesta parte, o lobo estava quase a comer a Carmela e os ouvintes levantaram-se nervosos...
Columbinas: Quando a poesia ganha asas
Os pombos correio levantaram voo, levando poemas para outras bibliotecas.
Dizia-se que quanto melhor o poema, mais pesada a mensagem.
Mas talvez fosse o contrário, os melhores poemas talvez sejam os mais leves.
Os artistas da casa, Madalena e Bernardo, durante a apresentação de "Trocoscópio".
Na bagagem, levámos também os originais a caneta de feltro de "O Livro dos Quintais".
Festival de narração com José Craveiro, Fanha, Alexis Pimienta, entre outros.
Festival de narração com José Craveiro, Fanha, Alexis Pimienta, entre outros.
Na imagem, o colombiano Nicolás B. Vidal.
Até breve!
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Palavras Andarilhas
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Pós-graduação: Livro Infantil
Até dia 30 de Setembro estão abertas as candidaturas para a Pós Graduação em Livro Infantil da Universidade Católica de Lisboa.
Educação, edição, cultura, arte, crítica são algumas das perspectivas através das quais é possível olhar para o livro infantil. Partindo desta ideia foi criado o programa deste curso que "contempla o estudo do livro infantil de um ponto de vista abrangente, em vez de extrair dele apenas uma das suas componentes (a literária, por exemplo)".
Toda a informação aqui.
Outros negócios (que nos interessam)
A propósito da polémica que está a acontecer no Brasil em torno da escolha do símbolo para a Copa do Mundo de 2014, vale a pena ler no blog da Cosac o texto do designer e professor Chico Homem de Mello.
(Um texto que devia ser lido por todos os especialistas em estratégia, profissionais do marketing, do branding e afins.)
Nos links finais é possível conhecer melhor os contornos desta escolha. Ficamos a saber, por exemplo, que o júri responsável pela selecção da imagem não integrava especialistas em Design (para quê?), mas sim "importantes figuras públicas", como o escritor Paulo Coelho, a modelo Gisele Bundchen ou a cantora Ivete Sangalo.
Por cá ainda não atingimos este nível, mas um dia quem sabe...
(Um texto que devia ser lido por todos os especialistas em estratégia, profissionais do marketing, do branding e afins.)
Nos links finais é possível conhecer melhor os contornos desta escolha. Ficamos a saber, por exemplo, que o júri responsável pela selecção da imagem não integrava especialistas em Design (para quê?), mas sim "importantes figuras públicas", como o escritor Paulo Coelho, a modelo Gisele Bundchen ou a cantora Ivete Sangalo.
Por cá ainda não atingimos este nível, mas um dia quem sabe...
A revista Babar dedica um texto a "Um día en la playa" (edição Zorro Rojo).
Aqui.
Aqui.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Novos Livros Planeta Tangerina
A Trilogia Histórias Paralelas é uma pequena família de livros do Planeta Tangerina que reúne histórias que acontecem, mais ou menos, em simultâneo: nalguns casos, partilham tempo e espaço; noutros, partilham o tempo e não o espaço; noutros ainda, partilham as suas próprias peças, desconstruindo-se umas, para dar origem a outras. Parece complicado mas não é.
Para quem já não se lembra, a Trilogia começou o ano passado com a publicação do livro As Duas Estradas — que ganhou um prémio no CJ Picture Book Festival da Coreia e que será editado no próximo ano em norueguês, coreano e francês—, e encerra este mês com a edição de Trocoscópio e O Livros dos Quintais, ambos ilustrados por Bernardo Carvalho.
Aqui ficam as apresentações:
O Livro dos Quintais
Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho
2.º Volume "Histórias Paralelas"
Não se assustem os mais supersticiosos: mal abrimos O Livro dos Quintais, damos de caras com um gato preto, daqueles meio vadios que de vez em quando se atravessam no nosso caminho. O gato chama-se Gatuno (só no final do livro vamos perceber porquê) e vive de quintal em quintal, escolhendo o dono e a sombra que mais lhe convém, de acordo com a época do ano e as suas vontades felinas.
Tal como o Gatuno, neste livro não entramos em casa de ninguém. Ficamo-nos pelas histórias paralelas e cruzadas que se passam cá fora, à beira de limoeiros e nespereiras, hortas e estendais, tanques ou mini-piscinas, acompanhando as vidas de oito quintais e respectivos ocupantes, ao longo dos doze meses do ano.
Quanto ao Gatuno, nem sempre é fácil encontrá-lo pois, como toda a gente sabe, os quintais são pequenos mundos onde não faltam esconderijos...
Trocoscópio
Bernardo Carvalho
3.º Volume "Histórias Paralelas"
São 142 peças.
Triângulos, rectângulos, círculos, semi-círculos e pintinhas.
Em amarelo, verde, encarnado, azul, rosa, laranja, roxo.
Sempre que se combinam ou se sobrepõem, formam novas cores e novas formas.
142 peças, como num jogo, mudando de lugar e de posição à medida que folheamos as páginas: olhamos para um lado e estavam ali, olhamos para o outro e mudaram para acolá...
A acontecer, em paralelo e usando as mesmas peças, estão duas histórias: numa subtraímos, na outra, adicionamos; numa desconstruímos, na outra, é tempo de construção.
E o que resultará de tudo isto? E qual a razão de tudo isto?
Chamam-lhe Trocoscópio e, para quem não percebe muito de tecnologia, podemos simplificar, dizendo que se trata de um caleidoscópio, mas dos mais avançados: com formas coloridas lá dentro, mas com capacidades (ainda mais) surpreendentes.
Se achas que há coisas que precisam de mudar, espreita pelo Trocoscópio e carrega no botão.
Para quem já não se lembra, a Trilogia começou o ano passado com a publicação do livro As Duas Estradas — que ganhou um prémio no CJ Picture Book Festival da Coreia e que será editado no próximo ano em norueguês, coreano e francês—, e encerra este mês com a edição de Trocoscópio e O Livros dos Quintais, ambos ilustrados por Bernardo Carvalho.
Aqui ficam as apresentações:
O Livro dos Quintais
Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho
2.º Volume "Histórias Paralelas"
Não se assustem os mais supersticiosos: mal abrimos O Livro dos Quintais, damos de caras com um gato preto, daqueles meio vadios que de vez em quando se atravessam no nosso caminho. O gato chama-se Gatuno (só no final do livro vamos perceber porquê) e vive de quintal em quintal, escolhendo o dono e a sombra que mais lhe convém, de acordo com a época do ano e as suas vontades felinas.
Tal como o Gatuno, neste livro não entramos em casa de ninguém. Ficamo-nos pelas histórias paralelas e cruzadas que se passam cá fora, à beira de limoeiros e nespereiras, hortas e estendais, tanques ou mini-piscinas, acompanhando as vidas de oito quintais e respectivos ocupantes, ao longo dos doze meses do ano.
Quanto ao Gatuno, nem sempre é fácil encontrá-lo pois, como toda a gente sabe, os quintais são pequenos mundos onde não faltam esconderijos...
Trocoscópio
Bernardo Carvalho
3.º Volume "Histórias Paralelas"
São 142 peças.
Triângulos, rectângulos, círculos, semi-círculos e pintinhas.
Em amarelo, verde, encarnado, azul, rosa, laranja, roxo.
Sempre que se combinam ou se sobrepõem, formam novas cores e novas formas.
142 peças, como num jogo, mudando de lugar e de posição à medida que folheamos as páginas: olhamos para um lado e estavam ali, olhamos para o outro e mudaram para acolá...
A acontecer, em paralelo e usando as mesmas peças, estão duas histórias: numa subtraímos, na outra, adicionamos; numa desconstruímos, na outra, é tempo de construção.
E o que resultará de tudo isto? E qual a razão de tudo isto?
Chamam-lhe Trocoscópio e, para quem não percebe muito de tecnologia, podemos simplificar, dizendo que se trata de um caleidoscópio, mas dos mais avançados: com formas coloridas lá dentro, mas com capacidades (ainda mais) surpreendentes.
Se achas que há coisas que precisam de mudar, espreita pelo Trocoscópio e carrega no botão.
Ambos os livros serão apresentados durante as Palavras Andarilhas (em Beja, dia 18 de Setembro) e estarão à venda desde o primeiro dia do encontro.
Às livrarias chegarão a partir de 20 de Setembro.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Process is the Project
A AGI, Alliance Graphique Internationale, vai ter sessões abertas no dia 11 de Outubro no Porto, na Casa da Música.
Vai haver conferências (Pentagram, Cyan, Incandescence, Universal Everything entre outros), workshops (Cyan - Detlef Fielder + Daniela Haufe, Etienne Mineur, Javier Mariscal e Niklaus Troxler) e exposições.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
When I Was Born
Notícia das boas: o Quando Eu Nasci foi editado em língua inglesa pela Tate Publishing (que o vai levar para todos os países que falam inglês).
Ficamos sempre felizes quando um livro nosso é adoptado por outros países mas, por sabermos que apenas 3% dos livros editados em países anglo-saxónicos são traduções (até há um site dedicado à literatura traduzida que se chama three percent) e por ter sido a Tate a publicá-lo, esta notícia foi especialmente saborosa.
O livro já está impresso e será posto à venda muito em breve (quando tivermos um exemplar nas mãos mostramos fotografias). Entretanto já pode ser visto aqui.
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Tate Publishing
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