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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Todos Fazemos Tudo no CNIBDI

Inaugura amanhã, dia 10, às 19h uma exposição de ilustrações do Todos Fazemos Tudo no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (na Amadora).

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Algumas informações aqui.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Na revista "Os Meus Livros"



Na revista "Os Meus Livros" deste mês, Andreia Brites escreve sobre o "Todos fazemos tudo".

Um livro encomendado pode correr mal, mas este, por acaso, não correu...
O texto que explica porquê também está no blog O Bicho dos Livros, aqui.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Cheery families


Passámos muitas horas a jogar às Cheery Families.

As cartas resistiram completas e quase intactas a muitos anos, muitas mãos, muitos jogos, muitas mudanças de casa.


Esta famílias são mais ou menos o oposto das famílias — se as quisermos lá encontrar — do Todos Fazemos Tudo.

(a família do fishmonger era um sucesso, claro.)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

3x

Todos fazemos tudo no Cria Cria.
A Galinha no Cria Cria.
O outono no Cria Cria (durante o outono, vou responder a uma pergunta por semana. Vão passando por lá).

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Novidades 2: duas estreias em setembro

É a primeira vez que as novidades de setembro são anunciadas com um mês em minúscula. (temos pena mas c'est la vie).

De uma delas, já aqui falámos:



Alguns excertos do que tem dito a crítica:

(...) quando os autores são bons, os valores não se tornam panfletários e o resultado nunca se fecha num maniqueísmo simplista. Madalena Matoso rasga as fronteiras dos costumes e propõe, com a naturalidade que está associada ao Planeta, uma leitura diversificada do papel de cada indivíduo na sociedade.

Andreia Brites, blog O Bicho dos Livros

Um soberbo álbum gráfico que evita as armadilhas do livro “sobre temas problemáticos”. (...) Tirando partido da tradicional técnica do méli-melo e escolhendo prescindir do texto, a força deste álbum reside na sua força gráfica e na inteligência do seu propósito.

Sophie van der Liden, especialista em Literatura para a Infância

A outra ainda é mesmo uma novidade:



Um cheirinho do texto da contracapa:

A galinha tem fama de ser uma ave tonta e feia.
Também dizem que não voa e que não canta, que só esgravata e cacareja e faz cocó por todo o lado (e é verdade).
Mas a verdade, verdadinha é contada neste livro...
A natureza criou um animal assim insuspeito — feioso, desajeitado, obediente, meio pitosga... — para dentro dele fazer transportar um dos seus maiores tesouros.
Quando virem uma galinha, não se deixem enganar.
Tratem-na com o respeito que ela merece.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Todos fazemos tudo

"É a primeira vez, em Portugal, que uma mulher sozinha assalta bancos… Após alguns meses sem dar sinais da sua existência, a solitária voltou anteontem ao ataque. O alvo escolhido foi o Montepio Geral da Parede. A forma de actuação foi a mesma do primeiro assalto. Entrou no banco, pela hora de almoço, como uma simples cliente e aguardou na fila a sua vez. As imagens de videovigilância permitem ver que vestia um casaco de desporto preto, calças de ganga e ténis da mesma cor. Para compor a descrição, coincidente com o assalto anterior, a mulher envergava uns óculos enormes, que lhe cobriam grande parte do rosto."

E ainda por cima na Parede. E ainda por cima é sexy (a julgar pelo desenho do CM).

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A partir de Setembro: Todos fazemos tudo

Não costumamos anunciar as novidades com tanta antecedência, mas esta é um caso especial:



"Todos fazemos tudo" é um projeto original das Éditions Notari — pensado e ilustrado pela Madalena (Matoso) — e criado com o objetivo de promover a igualdade entre homens e mulheres.
O livro resultou de um concurso de criatividade lançado pelo município de Genebra e foi, numa primeira fase, oferecido às crianças que frequentam as creches e jardins de infância da cidade. Agora, começa a conhecer edições fora das fronteiras suíças e chegará a Portugal, em Setembro, pela mão do Planeta Tangerina.




“Todos fazemos tudo” prescinde das palavras e funciona como um jogo. Há personagens — homens, mulheres, novos e velhos, de muitas cores e formas — e muitas atividades e tarefas que estas personagens poderão viver.
As páginas são cortadas ao meio: na parte superior é revelada a sua identidade — se masculina, se feminina, se mais nova ou mais velha; na parte inferior revelam-se as ações — cozinhar, tratar de bebés, fazer jardinagem, conduzir tratores ou tocar guitarra. Não se representam apenas “tarefas domésticas”, habitualmente lembradas quando o tema da igualdade é tratado, mas também atividades profissionais e momentos de lazer. Não se representam apenas homens e mulheres, mas pessoas de diferentes idades e origens, dando ao livro uma dimensão maior de Igualdade que não apenas a de género.



Aos leitores caberá fazer as diferentes combinações. Virando as páginas é possível trocar as personagens e/ou as atividades e observar como, pelo menos neste livro, não há preconceitos nem ideias feitas. Aqui todos fazemos tudo: avós de prancha de surf debaixo do braço, pais a estender a roupa, mães com jeito para o bricolage, tudo acontece com naturalidade.

(Assim percebe-se melhor:)



O livro tem recebido os maiores elogios da crítica (e não, não estou a exagerar). Espreitem o que dizem Sophie Van der Linden e Ana Castagnoli a seu propósito, nos respetivos sites (que aproveitamos para recomendar).

Para quem não sabe: a Notari é a editora suíça que tem editado grande parte dos livros do Planeta Tangerina em língua francesa e com quem partilhámos o stand na última Feira do Livro de Bolonha.