Aqui.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Passatempo Cria Cria
O blogue Cria, Cria está a oferecer exemplares do novo livro do Museu da Luz.
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Aldeia da Luz
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Propostas: Para onde vamos...?
Já estão disponíveis as propostas de atividades a partir do livro "Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?". O PDF pode ser descarregado, aqui.
(Já agora, todas as outras propostas, estão arrumadas nesta secção nova do site.)
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Para onde vamos quando desaparecemos
Convite: Eu Só — Só Eu
O lançamento vai decorrer no sábado, dia 3, às 16h. Apareçam!
Livraria Papa-Livros
Rua Miguel Bombarda, 523
Porto
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editar em casa alheia,
Lançamento,
Yara Kono
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Promoção Especial: Abertura de Loja

Para quem ainda não reparou:
Estamos a fazer uma promoção especial para comemorar a abertura da nova loja on-line.
De 21 de Novembro a 9 de Dezembro, na compra de uma novidade do Planeta Tangerina oferecemos um livro autografado pelos autores.
Esta semana, a loja Planeta Tangerina oferece um exemplar de Trocoscópio, autografado por Bernardo Carvalho.
Aqui, o calendário das restantes ofertas (em cada semana um livro diferente).
Façam bom proveito!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Convite: o que vês dessa janela?


É uma edição da EDIA (encomendada ao Planeta Tangerina via Museu da Luz), onde se conta a história da mudança dos habitantes da aldeia da Luz em consequência da construção da barragem do Alqueva.
Estão todos convidados a aparecer na Ler Devagar e a assistir à projeção do documentário "A minha aldeia já não mora aqui" de Catarina Mourão.
Clicar na imagem para aumentar.
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Aldeia da Luz
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Temos um site novo
Costuma ser: em casa de ferreiro, espeto de pau.
Mas desta vez contrariámos o provérbio.
Depois de vários meses de trabalho, temos o prazer de vos apresentar o novo site do Planeta Tangerina.
Umas palavras de agradecimento: aos boquianos Guilherme e Miguel que connosco (tão bem) trabalharam na programação e se revelaram mesmo-mesmo-impecáveis em todas as fases do processo; à querida Lucy pela enorme ajuda nas traduções e a todos os amigos que foram experimentando e testando as páginas nesta última fase de apuramento.
Convidamo-vos a dar um salto até lá e a espreitar também a campanha que inaugura a nova loja.
Esperamos que gostem.
sábado, 19 de novembro de 2011
Chamada de última hora
Amanhã, pelas 11.30 eu e a Edite Vicente estaremos na Fnac do Colombo a dar a partida para um jogo-atelier a que chamámos "Para onde vão as histórias quando desaparecem?".
Seis equipas andarão pelo espaço da Fnac em busca de histórias desaparecidas.
Quando as encontrarem farão aquilo que se deve fazer a uma boa história: contá-la.
Meninos, pais-e-outros-que-tais apareçam por lá (e desculpem o convite tão em cima da hora).
Seis equipas andarão pelo espaço da Fnac em busca de histórias desaparecidas.
Quando as encontrarem farão aquilo que se deve fazer a uma boa história: contá-la.
Meninos, pais-e-outros-que-tais apareçam por lá (e desculpem o convite tão em cima da hora).
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atelier
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
No Cria, Cria...
O "Grande Coisa" e "Para Onde Vamos quando desaparecemos" no blog Cria Cria em dois textos assinados por Paula Pina. O primeiro aqui; o segundo acolá.
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Para onde vamos quando desaparecemos
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Agenda 2012
Temos recebido várias mensagens de amáveis habitués da agenda do Planeta Tangerina, perguntando "como é que é", "se este ano há ou não há", "onde é que ela anda que não a vejo em lado nenhum", "estarei a ver bem ou na Fnac só vej0 Moleskines" e outras coisas deste género.
A todos agradecemos do fundo do coração o interesse (e até alguma indignação), mas como já temos dito a quem nos pergunta: este ano não haverá agenda. Não é a crise nem o medo dela, mas antes uma opção editorial já programada que tem a ver com uma espécie de pausa criativa — nossa e que concedemos aos nossos leitores-compradores regulares de agendas — para evitarmos a repetição e o fazer-só-porque-fazemos-sempre.
Abrimos uma folga em 2012 para que todos experimentem Moleskines e afins e depois regressem, de preferência ainda mais indignados, dizendo coisas como "a vossa é que é", "já me tinha habituado a procurar os dias da semana no meio daquele caos de ilustrações", "tenho saudades de semanas chamadas Homem defende-se de cobra à dentada" e outros presentes deste tipo.
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agenda
Vencedores do 4º CJ Picture Book Awards
A organização do CJ Picture Book Festival anunciou ontem premiados e finalistas desta 4.ª edição. Na categoria "Novas Publicações", há 5 vencedores (como é costume). São eles:

Casualidad, de Pepe Monteserín e Pablo Amargo (Barbara Fiore Editora, Espanha)

Die Grosse Flut, de Nina Wehrle e Evelyne Laube (SJW, Suíça).

El Mar y Otras Cosas de Las que También me Acuerdo, de Mónica Gutiérrez Serna (Thule Ediciones, Espanha).

Les Poings Sur le Tles, de Elise Fontenaille e Violeta Lopiz (Éditions du Rouergue, França).

L' Ombra e Il Bagliore, de Jack London e Fabian Negrin (Orecchio Acerbo, Itália).
Nesta categoria foram finalistas vários livros do Planeta Tangerina (são escolhidos 100 livros):
- O Primeiro Gomo da Tangerina (Sérgio Godinho e Madalena Matoso)
- Depressa, Devagar (Isabel M Martins e Bernardo Carvalho)
- Um Dia, Um Guarda-chuva (Davide Cali e Valerio Vidali)
- Siga a Seta! (Isabel M Martins e Andrés Sandoval)
- Praia-mar (Bernardo Carvalho)
- Trocoscópio (Bernardo Carvalho)
Nesta categoria houve outro finalista português: Se eu fosse um Livro, da Editora Patológico, da dupla André e JJ Letria.
No prémio melhor ilustração foram vencedores os trabalhos de Osamu Komatsu (Japão), Doris Freigofas (Alemanha), Santiago de Oca (México) e das duplas Nina Wehrle e Evelyne Laube (Suíça) e Valeri Vidali e Jennifer Uman (itália),
Nesta categoria, houve uma finalista portuguesa (e penso que é a primeira vez): parabéns à Inês Oliveira!
3 notas/ observações:
O Livro "Die Grosse Flute" que já tinha ganho uma Menção Honrosa na Ilustrarte venceu aqui nas duas categorias (está a ganhar o prémio de livro do ano) e Valerio Vidali, o vencedor da Ilustrarte deste ano, é também um dos vencedores da categoria ilustração (boa Valerio!). Também as ilustrações do livro "Casualidad" já tinham sido selecionadas para integrar a exposição da Ilustrarte deste ano. Os jurados andam muito alinhados.

Casualidad, de Pepe Monteserín e Pablo Amargo (Barbara Fiore Editora, Espanha)

Die Grosse Flut, de Nina Wehrle e Evelyne Laube (SJW, Suíça).

El Mar y Otras Cosas de Las que También me Acuerdo, de Mónica Gutiérrez Serna (Thule Ediciones, Espanha).

Les Poings Sur le Tles, de Elise Fontenaille e Violeta Lopiz (Éditions du Rouergue, França).

L' Ombra e Il Bagliore, de Jack London e Fabian Negrin (Orecchio Acerbo, Itália).
Nesta categoria foram finalistas vários livros do Planeta Tangerina (são escolhidos 100 livros):
- O Primeiro Gomo da Tangerina (Sérgio Godinho e Madalena Matoso)
- Depressa, Devagar (Isabel M Martins e Bernardo Carvalho)
- Um Dia, Um Guarda-chuva (Davide Cali e Valerio Vidali)
- Siga a Seta! (Isabel M Martins e Andrés Sandoval)
- Praia-mar (Bernardo Carvalho)
- Trocoscópio (Bernardo Carvalho)
Nesta categoria houve outro finalista português: Se eu fosse um Livro, da Editora Patológico, da dupla André e JJ Letria.
No prémio melhor ilustração foram vencedores os trabalhos de Osamu Komatsu (Japão), Doris Freigofas (Alemanha), Santiago de Oca (México) e das duplas Nina Wehrle e Evelyne Laube (Suíça) e Valeri Vidali e Jennifer Uman (itália),
Nesta categoria, houve uma finalista portuguesa (e penso que é a primeira vez): parabéns à Inês Oliveira!
3 notas/ observações:
O Livro "Die Grosse Flute" que já tinha ganho uma Menção Honrosa na Ilustrarte venceu aqui nas duas categorias (está a ganhar o prémio de livro do ano) e Valerio Vidali, o vencedor da Ilustrarte deste ano, é também um dos vencedores da categoria ilustração (boa Valerio!). Também as ilustrações do livro "Casualidad" já tinham sido selecionadas para integrar a exposição da Ilustrarte deste ano. Os jurados andam muito alinhados.
A informação completa, está aqui.
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CJ Picture Book Festival
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Precisamos de perigo
Maurice Sendak fala sobre livros perigosos e livros seguros.
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Livros,
Maurice Sendak
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Editores de álbuns ilustrados: o dilema digital
Robin Birtle, editor da Sakkam Press, escreve sobre o dilema que assalta muitos editores da área do livro infantil.
Os editores de romances têm a vida mais facilitada. Apesar de todo o alvoroço em torno do digital, o processo criativo e a experiência imersiva de leitura permanecem inalterados. Para os editores de livros tipo “álbum ilustrado”, porém, todas as apostas parecem difíceis. Um livro de imagens reproduzido diretamente para e-book empalidece em comparação com a cópia original; e usar um e-book deste tipo para competir com as várias aplicações fantásticas para iPad destinadas às crianças é como atirar tinta e papel para uma luta de edição de vídeo.
A razão pela qual mesmo as adaptações digitais tecnicamente soberbas de um livro de imagens podem falhar e não conseguir entusiasmar-nos tem a ver com o facto de não permitirem as mesmas experiências que os livros de imagem proporcionam.
Embora as crianças muitas vezes leiam estes livros sozinhas, a maioria das experiências de leitura mais intensas resultam de uma atividade partilhada entre pais e filhos. O pai é um ator, atuando para a criança; os dois tornam-se companheiros de equipe enquanto exploram em conjunto as ilustrações. Se existir espaço e vontade, o pai pode usar o texto para explicar ou reforçar um ponto relevante para aquela criança em particular. Ainda antes de uma única palavra ser lida, os pais transmitem a mensagem de que a palavra impressa deve ser respeitada, pela maneira cuidadosa com que pegam e folheiam cada livro.
Mesmo na mão de um pai entusiasmado, a atual safra de e-books raramente proporciona as mesmas experiências. A constantemente apregoada “magia” do iPad rouba a atenção da criança e não há réstia de excitação quando a primeira página digital é virada. O iPad não é um adereço bom para o pai atuar e as ilustrações não concebidas especificamente para um tablet podem não funcionar bem.
A razão pela qual mesmo as adaptações digitais tecnicamente soberbas de um livro de imagens podem falhar e não conseguir entusiasmar-nos tem a ver com o facto de não permitirem as mesmas experiências que os livros de imagem proporcionam.
Embora as crianças muitas vezes leiam estes livros sozinhas, a maioria das experiências de leitura mais intensas resultam de uma atividade partilhada entre pais e filhos. O pai é um ator, atuando para a criança; os dois tornam-se companheiros de equipe enquanto exploram em conjunto as ilustrações. Se existir espaço e vontade, o pai pode usar o texto para explicar ou reforçar um ponto relevante para aquela criança em particular. Ainda antes de uma única palavra ser lida, os pais transmitem a mensagem de que a palavra impressa deve ser respeitada, pela maneira cuidadosa com que pegam e folheiam cada livro.
Mesmo na mão de um pai entusiasmado, a atual safra de e-books raramente proporciona as mesmas experiências. A constantemente apregoada “magia” do iPad rouba a atenção da criança e não há réstia de excitação quando a primeira página digital é virada. O iPad não é um adereço bom para o pai atuar e as ilustrações não concebidas especificamente para um tablet podem não funcionar bem.
Continuar a ler (em inglês) aqui.
Será?
Serão os álbuns ilustrados um território à parte?
Manterão as suas características e uma existência em papel?
Serão substituídos por aplicações interactivas?
Ou álbuns e aplicações coexistirão como produtos diferentes?
O que podem trazer os IPad's e outros tablets ao mundo do álbum ilustrado?
Perder-se-á a experiência imersiva de leitura de que Robin Birtle fala aqui?
Tantas perguntas e tão poucas certezas...
Se os leitores nos quiserem ajudar com as suas opiniões, são muito bem-vindos.
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digital,
Robin Birtle
terça-feira, 8 de novembro de 2011
O misterioso William Bee

William Bee, artista e designer britânico e autor de "Grande Coisa", é uma personagem algo misteriosa...
Sabemos que nasceu na cidade de Londres, mas que agora vive no campo. Que, para além de escrever livros para crianças, corre num carro desportivo antigo, é esquiador internacional e quando está em casa gosta de tratar do seu jardim.
"Grande Coisa" é o seu primeiro livro (e também o primeiro editado em Portugal), seguindo-se "Beware of the frog" e "And the train goes", ambos originais da Walker Books ainda não traduzidos para português.
Mas não sabemos muito mais... A não ser tudo o que o seu trabalho nos dá a conhecer e que talvez não seja assim tão pouco: que tem uma costela britânica muito marcada e um sentido de humor muito particular — sarcástico, negro, meio louco...
É verdade que temos o site pessoal de William, onde não encontramos uma única linha sobre o seu trabalho, mas uma lista imensa de coisas que ele adora: girafas, a rainha de Inglaterra, macieiras, Woddy Allen, aviões supersónicos, guarda-chuvas, T.E Lawrence, roast potatoes, guarda-chuvas ou helicópteros.
No blog "Seven impossible things before breakfast" (que aproveitamos para recomendar), William Bee dá uma entrevista ao pequeno-almoço, onde fala sobre o seu processo de trabalho, as suas influências, o seu encontro com o mundo dos livros (e onde mostra os seus carros e o atelier onde trabalha).
A autora da entrevista não encontra melhor palavra para o descrever do que "quirky", qualquer coisa como esquisito, bizarro, estranho, inesperado...
Este é também o único sítio na imensidão da internet onde é possível vê-lo em carne e osso. Mas o mistério só se torna maior...
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Já se sabe mais sobre Bolonha

A participação portuguesa na Feira de Bolonha já tem cara.
A imagem foi criada pela Silva Designers, a partir do título da exposição de ilustração "Como as cerejas" que reunirá trabalhos de 25 ilustradores portugueses.
No Público, levanta-se um pouco mais do véu sobre a participação portuguesa na feira.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O ano ainda não acabou (2)
O Billy tem um problema (infelizmente bastante comum): é um rapaz extremamente difícil de contentar. O pai esforça-se, mostrando-lhe as coisas mais espantosas do mundo, mas o Billy a tudo responde com um enfadonho encolher de ombros e um lacónico “Grande Coisa.”
É verdade que os pais podem ter uma paciência infinita – e o pai do Billy parece tê-la –mas, há momentos em que um pai tem mesmo de tomar medidas drásticas.
Grande Coisa foi distinguido com o Blue Ribbon Picture Book Award, atribuído pela revista The Bulletin do Center for Children's Books.
Grande Coisa é uma história simples, mas a verdade é que nunca é a história que conta, mas sim o modo como a história é contada, e fico feliz por dizer-vos que Bee, um ilustrador britânico, se porta bem nas duas frentes: texto e ilustração.
(...)
À medida que o pai vai mostrando ao Billy coisas cada vez mais estranhas, “Grande Coisa” começa a parecer-se menos com um sarcástico “deita abaixo” e mais com um mantra calmante, uma terapia para os excessos da parentalidade desesperada.
Daniel Handler, New York Times
Uma edição original da Walker Books que chega a Portugal numa edição do Planeta Tangerina.
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O ano ainda não acabou (1)
Já a sair para as livrarias estão mais duas novidades do Planeta Tangerina.
E duas novidades bem diferentes... Eis a primeira:

À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.
Para onde vamos quando desaparecemos? aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses — mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... — e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.
Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,
A aparecer e a desaparecer.
O que propõe este livro?
Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).
Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado — das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora — em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.
E duas novidades bem diferentes... Eis a primeira:

À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.
Para onde vamos quando desaparecemos? aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses — mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... — e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.
Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,
A aparecer e a desaparecer.
O que propõe este livro?
Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).
Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado — das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora — em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.
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Para onde vamos quando desaparecemos
Valerio Vidali vencedor da Ilustrarte 2012

O júri da Ilustrate — Bienal de Ilustração para a Infância — anunciou ontem que o vencedor desta 5.ª edição é o italiano Valerio Vidali com as ilustrações criadas para o livro "Um Dia, Um Guarda-chuva" (texto de Davide Cali), uma versão original do Planeta Tangerina (a sair brevemente no Brasil).
De entre os quase 1600 trabalhos recebidos, o júri distinguiu ainda com duas Menções Honrosas as ilustrações de Simone Rea para o livro Favole (editado pela Topipittori) e o trabalho da dupla suíça Nina Wehrle e Evelyne Laube para o livro Die Grosse Flute (A Grande Cheia) editado pela SJW.


Ontem foi possível conhecer os trabalhos dos 50 ilustradores selecionados para a Mostra da Ilustrarte (a inaugurar em Janeiro), da qual também farão parte os portugueses André Letria, André da Loba, Daniel Lima e Bernardo Carvalho.
Do júri desta edição fizeram parte João Paulo Cotrim, Isidro Ferrer, Martin Jarrie, Paolo Canton e Isabelle Vandenabeele (vencedora da edição de 2010).
Algumas curiosidades:
- Concorreram a esta edição ilustradores de cerca de 65 países.
- O país com mais participantes foi a Itália (logo a seguir Portugal, e depois Espanha e França).
- O número de ilustradores iranianos a concorrer, como já é tradição, foi enorme.
- O número de participantes de países anglo-saxónicos continua a crescer, confirmando-se a tendência de que os Estados Unidos e o Reino Unido começam a valorizar a ilustração artística (palavras do presidente da Ilustrarte).
Mais informações sobre a Ilustrarte, aqui.
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Ilustrarte,
Um Dia um Guarda-Chuva...,
Valerio Vidali
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Feliz Dia das Bruxas!
Os desenhos são do Simão (que é um grande fã deste dia mas não tem tido grande sorte com as comemorações...).
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Todos à Greve!
É o novo Livro da Mini Orfeu e a estreia de Catarina Sobral.
Vai haver festa, já amanhã, na Biblioteca Camões.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Com o vento que está hoje...
... não admira que algumas coisas mudem de lugar.
Há imagens que pedem histórias (esta, por exemplo, está mesmo a pedi-las).
House Attack, Erwin Wurm (2006), MUMOK — Museum Modernei Kunst, Viena.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Portugal país convidado da Feira de Bolonha
A notícia já circulava pelos corredores, mas agora é oficial: Portugal será o país convidado da próxima Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha, que decorrerá de 19 a 22 de março (2012).
Para já pouco se sabe: a DGLB terá um stand como é habitual e continuará com o seu programa de apoio à edição de autores nacionais no estrangeiro (e essa é uma boa notícia); para além disso, haverá uma grande exposição de trabalhos de ilustradores portugueses com um título carnudo e sumarento "Como as cerejas". Bonito.
A notícia chegou-nos via Palácio da Lua, onde a Sílvia Borges Silva conta mais alguns detalhes.
Para já pouco se sabe: a DGLB terá um stand como é habitual e continuará com o seu programa de apoio à edição de autores nacionais no estrangeiro (e essa é uma boa notícia); para além disso, haverá uma grande exposição de trabalhos de ilustradores portugueses com um título carnudo e sumarento "Como as cerejas". Bonito.
A notícia chegou-nos via Palácio da Lua, onde a Sílvia Borges Silva conta mais alguns detalhes.
ATENÇÃO: corrigi a informação, em cima, sobre o stand da DGLB. Em 2011, não houve stand, mas este ano haverá.
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Bolonha
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Há que dizê-lo
Mr. Silva (Jorge Silva), sempre em grande, vai lançando pérola atrás de pérola para a blogosfera.

Ele procura, ele descobre, ele seleciona, ele restaura imagens, ele escreve prosa da boa, ele dá a conhecer. É muita generosidade, ficamos com medo de não merecer tal coisa (à distância de um clique).
E, ainda por cima, descobrimos que tivemos um passado gráfico glorioso.
(ilustração de Mário Neves)
(ilustração de Mário Neves)
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Almanaque Silva,
Jorge Silva
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
PROCLAMATION!
Um grupo de escritores e ilustradores juntou-se para assinar um manifesto pelo álbum ilustrado. Um manifesto que defende a honestidade, a beleza, a frescura, o vigor e a intensidade na forma de trabalhar este formato e que se insurge contra a preguiça, o "mais-do-mesmo", as muletas e as morais forçadas.
Leiam cada linha, pois em cada uma há muito que se lhe diga.

A PROCLAMATION está disponível com maior qualidade, aqui (é possível lê-la como quem escuta uma cornetada vigorosa).
A ideia do manifesto partiu do escritor Mac Barnett.
O cartaz e o respetivo lettering foram criados por Carson Ellis.
O cartaz será publicado no próximo número da revista Horn Book.
Obrigado ao Pedro Taboaço que nos deixou esta surpresa na caixa de mensagens do último post. Gostámos!
Leiam cada linha, pois em cada uma há muito que se lhe diga.

A PROCLAMATION está disponível com maior qualidade, aqui (é possível lê-la como quem escuta uma cornetada vigorosa).
A ideia do manifesto partiu do escritor Mac Barnett.
O cartaz e o respetivo lettering foram criados por Carson Ellis.
O cartaz será publicado no próximo número da revista Horn Book.
Obrigado ao Pedro Taboaço que nos deixou esta surpresa na caixa de mensagens do último post. Gostámos!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
"O Colóquio Internacional de Literaturas de Língua Portuguesa para Crianças e Jovens visa reunir escritores, estudiosos, professores e estudantes de Letras e Pedagogia, para análise e debate de questões relacionadas com a literatura para crianças e jovens, produzida no Brasil, em Portugal, em Angola, Cabo Verde e Moçambique a partir do século XX."
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Mais informações aqui.
Inserida no Festival BD da Amadora que começa hoje, inaugura amanhã uma exposição com prints do Papão no Desvão (e algumas experiências/esboços) na Casa Roque Gameiro.
Lá estarei, com o Papão e a Sofia.
Casa Roque Gameiro | 18h30
Pct. 1.º de Dezembro, 2
Venteira
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Exposição,
O Papão no Desvão
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
O futuro está na criatividade
Quem o diz é Sir John Sorrell, diretor do Festival de Design de Londres, que esteve em Lisboa a convite da Experimenta Design para participar no Simpósio de Economia Criativa.
E de que falamos exactamente quando falamos de criatividade?
Sorrell perdeu a conta das vezes que lhe pediram para dar uma definição de criatividade. A tal ponto que decidiu escrever um livro no qual recolheu 50 definições de design.
"As melhores são de dois miúdos. Uma rapariga de 11 anos que disse que design 'não é arte porque com a arte podemos ser mesmo esquisitos, mas com o design temos que fazer o que as outras pessoas precisam e querem'. E um rapaz disse que o design 'é o que fazemos entre o momento em que temos a ideia para o que queremos e o momento em que conseguimos ter o que queremos'".
Bem resumido.
Artigo de Alexandra Prado Coelho, no P2 de ontem.

Na edição desta semana da Time Out vai ser difícil tirar os olhos das melhores sobremesas de Lisboa... mas sugiro um salto a página 59 (num piscar de olhos).
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